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Onde descartar latinhas e embalagens longa vida?

Aplicativo para celular indica postos de coleta e cooperativas de reciclagem em todo o País

As latinhas de bebidas,  as descartáveis de alumínio e as cartonadas assépticas (longa vida) são 100% recicláveis. Mas como localizar os locais adequados para descartar essas embalagens para que realmente sejam reaproveitadas?

logo-RotaReciclagemHá 10 anos, a Tetra Pak, fabricante de caixinhas longa vida, oferece um  serviço aos consumidores que facilita a busca de  postos de coleta e cooperativas em todo o Brasil: a plataforma Rota da Reciclagem.

Este ano a Rota da Reciclagem ganhou a atendente virtual “Flora”, uma tecnologia desenvolvida para o aplicativo Messenger para celular, do Facebook, tornando a  busca ainda mais simples.

O consumidor só precisa abrir o aplicativo e procurar o Rota da Reciclagem. A partir daí a atendente virtual interage com o usuário, que deve compartilhar a sua localização e responder às perguntas formuladas, como por exemplo informar se pretende vender ou doar os seus materiais recicláveis.

Campeãs de reciclagem

No Brasil, em cerca de 30 dias, uma latinha de alumínio pode ser comprada no supermercado, utilizada, coletada, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo. Há anos o Brasil destaca-se como líder mundial.

Mas o que faz da latinha de alumínio para bebidas ser a campeã em reciclagem? Vários fatores. Entre eles estão facilidade de coleta, transporte e venda, o alto valor da sucata de alumínio e a grande disponibilidade das latas de alumínio.

Longa vida para as cartonadas

O processo de reciclagem das cartonadas assépticas, conhecidas por longa vida, não produz matéria-prima para a produção de novas embalagens, como acontece com as latinhas. Mas o material reciclado é utilizado para produzir, por exemplo, telhas e paletes de plástico reciclado.

 

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Embalagem descartável, de alumínio ou isopor?

Além  de praticidade na cozinha e conservação dos alimentos, embalagens de alumínio são as campeãs em reciclagem

Quais as vantagens das embalagens descartáveis de alumínio em comparação às de isopor? Além de serem infinitamente recicláveis, são as únicas capazes de proteger os alimentos contra a ação da luz, do oxigênio e da umidade, preservando o sabor, os nutrientes e a qualidade dos alimentos.

“E ainda resistem a todas variações de temperatura exigidas durante a utilização, desde o congelamento até o calor extremo do cozimento”, como lembra Cadu Migliorini, responsável pelo Marketing do Grupo Wyda. Propriedade que permite o uso das descartáveis no forno tradicional e no micro-ondas, podendo ser levadas diretamente à mesa.

“Descartáveis protegem os alimentos
e são 100% recicláveis”

Ao serem 100% recicláveis, as descartáveis de alumínio ajudam na sustentabilidade do planeta. Pratos, bandejas e formas de alumínio são facilmente destinadas ao lixo reciclável.

Assim como os demais produtos de alumínio, as embalagens usadas são separadas e compactadas para serem enviadas para a reciclagem. Ao consumidor, basta retirar o excesso da sujeira da embalagem com um guardanapo, por exemplo, e descartá-la corretamente no lixo para coleta seletiva.

Para informar o consumidor sobre essas vantagens, o fabricante de embalagens Wyda produziu o vídeo abaixo que destaca as embalagens de alumínio como aliadas dos consumidores preocupados com a preservação da natureza.

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Alas abertas para a reciclagem de latinha de alumínio

Consumo de bebidas no Carnaval faz cooperativas de catadores projetarem aumento de até 40% na coleta de embalagens  

Chegou aquela época do ano muito aguardada por quem adora uma folia. Mas o Carnaval é um grande momento também para os milhares de catadores que fazem do Brasil uma referência mundial em reciclagem de latinhas.

Entre marchinhas, fantasias, plumas e paetês, eles trabalham duro para aproveitar a melhor época do ano para catar latinhas. O alto consumo de bebidas e as grandes aglomerações de foliões aumentam muito a quantidade do material à disposição. De acordo com a Abralatas (Associação Brasileira de Produtores de Lata de Alumínio para Bebidas), durante o Carnaval a coleta de latinhas costuma aumentar entre 20% e 30% em relação a um mês comum.

A importância do feriado é tamanha que em cidades como Salvador (BA), por exemplo, há mobilização especial para a coleta. Há doze anos cooperativas de catadores atuam em conjunto para aproveitar ao máximo o Carnaval. Cerca de 1100 deles vão às ruas, ajudando a deixá-las mais limpas, beneficiando o meio ambiente e gerando recursos.

“E esses são apenas os catadores que participam oficialmente do projeto para o Carnaval. Há ainda aqueles que atuam por conta própria”, explica Jeane dos Santos, mobilizadora da Rede Cata Bahia Metropolitana. “O Carnaval é o melhor momento do ano para nós, que coletamos as latinhas tanto nas ruas quanto nos camarotes.”

Jeane conta que as festas de pré-Carnaval em Salvador já deram uma amostra daquilo que reserva o feriado deste ano. “Ainda não fechamos os números, mas calculo que coletamos uns 20% a mais que no ano passado”, diz a catadora. “No Carnaval, acredito que chegaremos a 40% a mais em comparação com 2017”.

Cerca de 1100 catadores estarão nas ruas durante o Carnaval de Salvador

Em Natal (RN), ainda não há uma mobilização específica para o Carnaval, mas sem dúvida o feriado também é muito importante para os catadores. “O Carnaval de rua de Natal ainda é pequeno em comparação com Salvador. Mas sabemos que aumenta muito a quantidade de latinhas coletadas”, diz Severino Lima Júnior, presidente da Cocamar, cooperativa com cerca de 75 catadores que atua desde 2007 na cidade.

Um bom indício desse crescimento é, para Severino, os números registrados no Carnatal, a folia oficial pré-Carnaval da cidade. “É a nossa referência, e neste ano coletamos quase o dobro de latinhas em relação ao ano passado”, conta Severino. “Foram cerca de 3,6 toneladas de latinhas.”

Severino avalia que, neste ano, o folião foi ao evento mais preparado e disposto a consumir: “Foi diferente do ano passado, quando sentimos uma retração no consumo.”

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Novelis amplia investimento em cooperativas de catadores

Em nova parceria, empresa pretende aperfeiçoar apoio à profissionalização da coleta de materiais recicláveis

Para ampliar sua atuação de apoio ao desenvolvimento de cooperativas de catadores de materiais recicláveis, a Novelis firmou parceria com o Instituto Coca-Cola Brasil. Durante três anos, a empresa e a instituição vão trabalhar em conjunto, trocando experiências e promovendo o compartilhamento de tecnologias de gestão de cooperativas e treinamento de catadores.

Para Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis América do Sul, “a união de forças irá favorecer o fortalecimento das cooperativas como Negócio. Além de estimular a autoestima dos profissionais, o projeto também incentiva os catadores a identificarem novas oportunidades dentro do negócio da reciclagem”.

“Empresa já investiu mais de R$ 430 mil em 15 cooperativas da cidade de São Paulo”

Desde 2013, a Novelis atua com o projeto Gestão Solidária e Crescimento Consciente, em parceria com a ONG Reciclázaro, em 15 cooperativas da cidade de São Paulo. Mais de R$ 430 mil já foram investidos em melhoria da gestão das cooperativas, bem como em qualificação dos catadores por meio de treinamentos em práticas de segurança, em conceitos sobre alimentação segura e hábitos de higiene.

De acordo com dados do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem) de 2013, aproximadamente 800 mil pessoas atuam como catadores de materiais recicláveis no Brasil. Deste total 30 mil fazem parte de 1.175 cooperativas e são responsáveis pela separação diária de mais de 2,3 mil toneladas de resíduos recicláveis.

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Reciclagem transforma longa vida em paletes

Produtos fabricados com alumínio e plástico reciclados de embalagens cartonadas assépticas têm vida útil 10 vezes maior

O potencial de reciclagem das cartonadas assépticas levou a Tetra Pak a integrar mais um serviço em seu portfólio: a comercialização de paletes produzidos a partir do alumínio e do plástico reciclados de embalagens longa vida pós-consumo.

Segundo a empresa, o produto, desenvolvido em parceria com a Green Pallet, é resistente a ambientes refrigerados e úmidos e tem vida útil, em média, 10 vezes maior do que os tradicionais. Outra vantagem é que pode ser higienizado após entrar em contato com óleos, graxas e substâncias químicas.

“Uma das principais premissas da Tetra Pak nas últimas décadas tem sido o desenvolvimento de ações para fomentar a reciclagem das nossas embalagens. A produção dos paletes com materiais reciclados promove a conservação ambiental e é mais uma conquista da companhia neste sentido”, afirma Valéria Michel, diretora de Meio Ambiente da Tetra Pak.

 

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Europa investe na reciclagem de tampas de alumínio para vinhos

Aumento de 50% de coleta e reciclagem é impulsionado por campanhas nacionais de conscientização

Depois de conquistarem os apreciadores de vinho para o consumo da bebida envasada em garrafas com tampas de rosca, países europeus investem na reciclagem das screw caps de alumínio.

De acordo com dados divulgados pela campanha Aluminium Closures – Turn 360°, realizada pela Alufoil, Associação de Folha de Alumínio da Europa, a taxa média de reciclagem aumentou mais de 50% em 2016.

Grande parte dessa melhoria é resultado da aplicação de inovações nos sistemas de coleta e reciclagem. Em países europeus, as tampas de alumínio usadas em garrafas de vinho, assim como de água e azeite, são coletadas soltas ou juntamente com as garrafas.

Diversos países incentivam a prática do descarte correto, como acontece, por exemplo, na campanha nacional dinamarquesa Keep the Cap on. No Reino Unido, os consumidores são orientados a manter a tampa nas garrafas após o consumo, para facilitar a coleta. Campanhas semelhantes de orientação também são realizadas na Itália, para conscientizar a população sobre a viabilidade e a importância da reciclagem das tampas de rosca de alumínio.

 

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Logística reversa

Sistema de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida das embalagens adota modelo de reciclagem das latas de alumínio

Tendo como modelo a cadeia de reciclagem da lata de alumínio para bebidas, baseada no trabalho de cooperativas e responsável pelo índice recorde de 98,4% das latas consumidas no País em 2014, está em vigor o Acordo Setorial que estabelece a logística reversa de embalagens em geral. Assinado pelo Governo Federal e 21 entidades representativas do setor no final de 2015, o documento estabelece a responsabilidade dos empresários em criar um sistema de recolhimento e destinação adequada dos produtos.

De acordo com Renault Castro, presidente executivo da Abralatas, as associações empresariais das mais diversas embalagens se comprometeram a investir no fortalecimento das cooperativas e dos catadores, com capacitação e equipamentos para ampliar o volume de reciclagem de resíduos sólidos no País. Ainda assumiram o compromisso de comprar todo o material reciclado que for ofertado pelas cooperativas. “O Acordo Setorial prevê investimentos suficientes para triplicar o número e a capacidade de processamento das cooperativas de reciclagem, com vistas a alcançar a meta proposta de redução mínima de 22% das embalagens dispostas em aterro até 2018”, explica.

O acordo está previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), estabelecida pela Lei 12.305, em agosto de 2010, quando as associações do setor de embalagens começaram a se preparar, de forma organizada, para cumprir as determinações dessa legislação. Segundo a PNRS, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de um determinado produto que possa causar danos ao meio ambiente ou à saúde humana devem criar um sistema de recolhimento e destinação final independente dos sistemas públicos de limpeza urbana.

“Investimentos devem triplicar o número e a capacidade de processamento das cooperativas de reciclagem”

A Abralatas, representante dos fabricantes da embalagem mais reciclada do mundo, realiza há seis anos um Ciclo de Debates centrado na discussão de temas que possam estimular a produção sustentável e ações voltadas às condições de trabalho e à inclusão social dos catadores. A entidade ainda promove o debate da criação da Tributação Verde, como explica Castro: “Um sistema tributário sensível ao impacto socioambiental dos bens de consumo que tende a estimular as respectivas indústrias a aumentar seus esforços para valorizar o retorno das embalagens pós-consumo ao ciclo produtivo (a logística reversa), o que, em última análise, certamente elevará a renda dos catadores”.

Milton Rego, presidente executivo da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), explica que o Acordo Setorial é um marco de um longo processo de negociação que envolveu a indústria, a distribuição e os catadores. Um acordo tão amplo assim é uma demonstração da maturidade desses atores e do Governo Federal e contribui significativamente para o desenvolvimento da PNRS. As embalagens de alumínio são aquelas que têm a maior taxa de reciclagem de todas as embalagens e certamente servirão de parâmetro para os outros setores“, ressalta.

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Coleta Seletiva

Rota da Reciclagem aponta locais de entrega de embalagens em todas as regiões do País

Para auxiliar o consumidor a participar de ações voltadas à coleta seletiva de embalagens, a Tetra Park, líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos, mantém há sete anos o programa Rota da Reciclagem. Ao acessar www.rotadareciclagem.com.br, basta informar o endereço para saber o ponto de entrega de materiais recicláveis mais próximo de casa ou do trabalho. Na mesma página da internet, o consumidor também encontra informações sobre reciclagem e outras iniciativas voltadas à preservação do meio ambiente.

“A principal finalidade do Rota da Reciclagem é apontar a localização e o contato de cooperativas, pontos de entrega voluntária e comércios ligados à cadeia de reciclagem de embalagens da Tetra Pak pós-consumo e de outros materiais recicláveis, em todo o País”, explica Juliana Seidel, gerente de Desenvolvimento Ambiental da Tetra Park.

A ferramenta, buscador que utiliza a plataforma do Google Maps, tem mais de cinco mil pontos cadastrados, distribuídos por todas as regiões, e também está disponível como aplicativo para usuários de iPhone, iPad e sistema Android. E a Rota da Reciclagem ainda pode ser seguida pelo Twitter e Facebook.

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De acordo com Seidel, após o encaminhamento dos materiais para qualquer um dos locais identificados, é feita a triagem e encaminhamento às indústrias recicladoras instaladas em diferentes cidades. Em 2014, foram recicladas cerca de 76 mil toneladas apenas de embalagens longa vida coletadas nos pontos monitorados pelo programa. Elas são 100% recicláveis e podem ser transformadas em caixas de papelão, canetas, vassouras, telhas, placas para construção civil, entre outros materiais.

Devido aos bons resultados alcançados no Brasil, a empresa lançou há três anos uma versão em espanhol, que traz os principais pontos mapeados na Argentina, Chile, Panamá, Costa Rica, República Dominicana, Paraguai e Uruguai. Hoje, o www.rutadelreciclado.com tem cerca de 500 pontos cadastrados e ainda deve ser ampliado para toda a América Central e do Sul.

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Líder em reciclagem

Brasil recicla 98,4% de latas de alumínio consumidas e mantém liderança mundial há mais de uma década

Em 2014, o volume reciclado de latas de alumínio para bebidas cresceu 12,5%, no Brasil, em relação ao ano anterior. Das 294,2 mil toneladas disponíveis no mercado, foram recicladas 289,5 mil, o que equivale a 62,7 milhões embalagens/dia, ou 2,6 milhões/hora. Com esses resultados, o País alcançou o índice recorde de 98,4%, mantendo a liderança mundial desde 2001.

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Segundo o coordenador do Comitê de Mercado de Reciclagem da ABAL, Mario Fernandez, a indústria da reciclagem no Brasil já está bem madura. “Há mais de dez anos somos o país com o maior índice de reciclagem de latas de alumínio do mundo, com desempenhos sempre superiores a 90%. Isto demonstra a maturidade e estruturação do mercado de reciclagem brasileiro. Este é um mercado cada vez mais representativo para a indústria, sociedade e meio ambiente”.

“País alcançou o índice recorde de 98,4%, mantendo a liderança mundial desde 2001.”

De acordo com Renault Castro, presidente executivo da Abralatas, trata-se de um modelo consolidado de logística reversa, baseado fortemente no trabalho de cooperativas. Um modelo, segundo ele, reconhecido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), divulgado em 2013, e “que serve de exemplo para outras embalagens, para que todas possam conseguir, como a latinha, redução do consumo de energia, água e matéria-prima em toda a cadeia produtiva, emitindo menos gases de efeito estufa”, avalia.

A reciclagem do metal consome 5% de energia elétrica, em relação ao processo de produção do alumínio  primário. O que faz com que o volume de  latas recicladas em 2014 represente uma economia de 4.250 GWh/ano ao País, o equivalente ao consumo residencial de 6,6 milhões de pessoas/ano, em dois milhões de residências. 

O representante da Abralatas destaca que “o grande volume de sucata de alumínio coletado, tratado e comercializado pelas cooperativas de catadores gera renda que ajuda esses empreendimentos a se viabilizarem e, consequentemente, a trabalharem com outros tipos de materiais”.  Apenas em 2014, a coleta injetou R$ 845 milhões na economia nacional, contribuindo com a geração de empregos para milhares de catadores de materiais recicláveis.

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Reciclagem 100%

Embalagens longa vida fornecem matéria-prima para fabricação de peças metálicas e de plástico

As embalagens cartonadas assépticas, conhecidas por longa vida, são 100% recicláveis. As fibras resultantes do processo de reciclagem não são utilizadas para a fabricação de novas embalagens, mas o material reciclado pode ser utilizado como matéria-prima de diferentes produtos: laminados, peças plásticas, telhas, vassouras e parafina.

“O alumínio pode ser separado do plástico e reciclado para aplicações específicas, como na produção de peças metálicas, produtos químicos para produção de peças metálicas, na confecção de madeira prensada e telhas”, explica Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak.

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O polialumínio, composto por plástico e alumínio, é transformado em pellets, grãos que podem substituir, parcial ou totalmente, o plástico reciclado, em muitos tipos de produtos como canos e paletes.

Mas os benefícios da reciclagem das caixas longa vida, como as de leite e sucos, dependem do descarte doméstico correto. Segundo Zuben, o ideal é limpar qualquer embalagem, antes da reciclagem. E quanto ao local adequado para o descarte, basta acessar o link abaixo e encontrar o mais próximo de sua casa. Rota da Reciclagem:

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