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ABAL oferece curso gratuito de reciclagem de alumínio

Evento será transmitido via web em 29 de outubro

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL ) oferece o curso WEBINAR Reciclagem de Alumínio: Cenário, Processo e Perspectivas, com o objetivo de apresentar um panorama dos aspectos sociais e econômicos da reciclagem de alumínio e processo de reciclagem e produção de alumínio secundário.

Dirigido a profissionais e estudantes de nível técnico, engenharias e meio ambiente, o curso é gratuito e será transmitido ao vivo via web, com total interatividade.

DATA: 29 de outubro de 2018
HORÁRIO: das 14h às 16h

Inscreva-se aqui.

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Curso aborda aplicações e reciclagem do alumínio

Programação é dirigida a profissionais não técnicos que necessitam de informações básicas para suas atividades

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), em parceria com a Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), oferece o curso Metalurgia do Alumínio Para Não Metalurgistas, com o objetivo de apresentar uma visão geral da indústria do alumínio a participantes sem formação metalúrgica.

Especialistas vão abordar todas as fases do processo de produção, aplicações e reciclagem do metal a profissionais não técnicos que atuam no segmento e necessitam de informações básicas do alumínio para suas atividades.

DATA: 11 e 12 de Junho de 2018
HORÁRIO: 8h30 às 17h30
LOCAL: Sede da ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração
ENDEREÇO: Rua Antonio Comparato, 218 – Campo Belo – São Paulo – SP

Saiba Mais e Inscreva-se.

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Índice de reciclagem da latinha reflete mudança de mentalidade

Ao manter a liderança no ranking de reutilização do alumínio da lata para bebidas, Brasil evolui em práticas sustentáveis

O mais recente Índice Nacional de Reciclagem de Latas de Alumínio mostrou que o Brasil continua no caminho certo: em 2016, o país reciclou 97,7% do produto, o que o mantém entre os líderes mundiais no quesito.

Divulgados pela ABAL e pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), em outubro, os dados mostram que das 286,6 mil toneladas disponíveis no mercado, cerca de 280 mil passaram pelo processo de reciclagem. Além dos benefícios ao meio ambiente, a reciclagem de latas representou cerca de R$947 milhões injetados na economia nacional no ano passado.

Os bons índices têm colocado o Brasil entre os melhores em reciclagem de latas de alumínio desde 2001, mas o que isso significa na prática? Ainda há espaço para avanços? A maneira das empresas enxergarem a questão mudou realmente ou um trabalho de conscientização ainda se faz necessário?

Para Maria Zulmira de Souza, consultora em comunicação estratégica para sustentabilidade, “as empresas se deram conta de que não podem ficar jogando fora uma matéria-prima nobre como o alumínio. Não faz sentido se desfazer de um material que já teve um alto custo para a produção da embalagem”.

“A reciclagem de latas de alumínio representou cerca de R$947 milhões injetados na economia nacional em 2016”

A consultora coloca o Brasil em uma fase de transição: há empresas e consumidores que veem a reciclagem somente como uma obrigação e outras que já perceberam a real importância da questão e as tem como parte de sua cultura.

“As empresas que fazem relatórios específicos sobre sustentabilidade estão em número cada vez maior”, diz a consultora. “Quem hoje procura somente cumprir a legislação está defasado. É ótimo termos um índice de reciclagem de latinhas tão bom. Mas, para continuarmos a avançar, precisamos estar atentos, por exemplo, ao índice de reciclagem de outros materiais também”, acredita Zulmira.

Presidente-executivo da Abralatas, Renault Castro ressalta que o índice de 97,7% é ainda mais notável porque, em países com índices superiores como Finlândia e Alemanha, a reciclagem é obrigatória, diferente do Brasil. “Além disso, eles produzem um volume de latinhas consideravelmente menor que o nosso. Isso significa que nosso índice tem um valor ainda maior, por se tratar de um descarte voluntário, com uma abordagem social”.

Para Castro, o maior desafio está em manter esse índice. “Para isso, precisamos manter o sistema de compras, de avaliação de preços de mercado, aumentar os postos de coleta e melhorar a comunicação entre as cooperativas para que elas ganhem em eficiência e produtividade.”