img-aliadas-interna-capaf

Parcerias de negócios

Cozinhas industriais dão preferência às descartáveis de alumí­nio para atender mercado de pratos prontos ou pré-prontos

Ao fornecerem pratos prontos ou pré-prontos a empresas e consumidores, as cozinhas industriais mantêm uma rotina de trabalho que impõe segurança no preparo e conservação dos alimentos, além de logística eficiente de transporte e distribuição. Nessa tarefa diária, o setor tem como aliadas as embalagens descartáveis de alumínio.

img-aliadas-interna-02

 

As propriedades do alumínio fazem dessas embalagens as ideais para atender às exigências dos serviços prestados pelas cozinhas industriais. O metal é impermeável à luz e  ao ar, elementos causadores da deterioração, não traz dano à saúde, não altera o gosto e o aroma dos alimentos, é atóxico e 100% reciclável.

Especificidades que, aliadas à praticidade de transporte e armazenagem, devido à leveza e à necessidade de pouco espaço, garantem o uso de descartáveis de alumínio na maioria das cozinhas industriais. “Além da facilidade de fechamento, realizado de forma mecânica, a matéria-prima é isenta de impurezas e a tecnologia de produção dispensa o contato manual”, destaca Roseane Castro, diretora da Cotherpack, que produz 500 toneladas de produtos de alumínio (pratos, bandejas, rolos, forma de pizza, protetor de fogão), papel manteiga e filmes de PVC ao mês.

Disponíveis em diferentes formatos e volumes, as descartáveis contam com a preferência das empresas do segmento, de acordo com Roseane. Os pratos redondos podem variar de 45ml a 1.200ml. Os retangulares são oferecidos pelos fabricantes nos volumes de 500ml a 2.000ml. As assadeiras ovais podem chegar a 7.000ml e as retangulares a 10.000 ml.

“Retangulares, redondos e ovais, pratos  e assadeiras variam de 45ml a 10.000ml”

Para garantir qualidade das embalagens, as descartáveis de alumínio devem estar de acordo com a Norma ABNT NBR 14230, que especifica  a espessura mínima dos pratos em de 35 μm e determina a identificação da marca do fabricante e do volume em milímetros no fundo do corpo de cada embalagem

img-mat03-01

Embalagem orgânica

Descartáveis de alumínio atendem a conceito de alimentação sem agrotóxicos e conservantes

O mercado brasileiro de alimentos orgânicos tem registrado índices de crescimento de 30% a 40% ao ano no varejo, segundo dados do Projeto Organics Brasil . Além de redes de supermercados, os produtos in natura ou processados podem ser encontrados em feiras e lojas de conveniência. Uma demanda que impacta a produção de embalagens descartáveis de alumínio utilizadas por fornecedores de pratos prontos e lanches naturais.

Impermeável à luz e ao ar, elementos causadores da deterioração, o alumínio não traz dano à saúde, não altera o gosto e o aroma dos alimentos, é atóxico e 100% reciclável. Tais especificidades aliam-se à praticidade de transporte, armazenagem e utilização final. Propriedades que fazem das descartáveis de alumínio ideais para atender às exigências de produtores e consumidores de alimentos orgânicos, que não contêm agrotóxicos , aditivos químicos e conservantes na sua preparação.

A Refazenda, empresa pioneira na produção de pratos prontos orgânicos congelados no Brasil, há 21 anos fornece 100% de seus produtos em embalagens de alumínio. De acordo com Neura Gil, sócia-fundadora da empresa instalada na cidade paulista de Botucatu, o alumínio atende ao conceito de alimentação nutritiva e saborosa fornecida a varejistas de diferentes regiões do País.

A empresária, responsável pelo abastecimento do mercado nacional com cerca de 3.500 pratos ao mês, explica que as descartáveis de alumínio são a melhor opção por não liberarem substâncias tóxicas, serem recicláveis e práticas, facilitarem o acondicionamento dos alimentos e o processo de lacre seguro, e ainda permitirem que os pratos congelados sejam levados diretamente ao forno e à mesa. Entre os pontos fortes dos pratos e bandejas de alumínio destaca-se a reciclabilidade, um item fundamental para os adeptos dos alimentos orgânicos, segundo Neura Gil.

“O processo de reciclagem é mais econômico que das outras embalagens por consumir menos energia, e sua capacidade de reciclagem é infinita. O processo de logística reversa também é mais simples e ágil que as demais. Esses conceitos vão ao encontro da filosofia dos produtos naturais”, explica Daniele Costa, diretora executiva da fabricante de embalagens Boreda.

Quanto à garantia de qualidade, Antônio Carvalho, gerente nacional de vendas da fornecedora de embalagens Wyda alerta para a espessura correta da folha de alumínio utilizada na fabricação e a especificação do volume. De acordo com a Norma ABNT NBR 14230, a espessura mínima dos pratos deve ser de 35 micra e o fundo do corpo de cada embalagem deve trazer o marca do fabricante e o volume em mililitros.

img-mat-embalagem-organica