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Palavra do consumidor

Pesquisa internacional mostra hábito de compra de embalagens semirrígidas de alumínio  

O que leva o consumidor a optar por produtos embalados em semirrígidas de alumínio? Quais os benefícios dessas embalagens que são levados em conta na hora da compra? Para responder a essas e outras perguntas, a Alufoil Associação Europeia de Folhas de Alumínio (Alufoil) encomendou uma pesquisa inédita global, feita pela Ipsos. No total foram ouvidos 9 mil consumidores brasileiros, europeus, norte-americanos e australianos, com o objetivo de mapear o consumo de embalagens de uso doméstico e industrial.

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Entre o público brasileiro, formado por 51% de mulheres, entre 30 e 49 anos, na hora de escolher uma refeição para cozinhar ou levar ao forno (massas, frango assado), os recipientes de alumínio têm  a preferência de 54% dos entrevistados. Isso porque, para a maioria (53%), o alumínio proteje os alimento, é higiênico (51%) e oferece conveniência (48%), pela facilidade de abrir, manusear, preparar e servir os alimentos.

“53% dos brasileiros destacam a proteção dos alimentos como fator que interfere na opção pelo alumínio”

O levantamento ainda aponta que os brasileiros estão preocupados com a eficiência ambiental das embalagens. Na hora de escolher um produto, o recipiente reciclável é um item muito importante para 69% dos entrevistados, sendo que apenas 4% se dizem indiferentes. O que reforça o destaque para o alumínio, material 100% reciclável.

 

Consumo internacional

A pesquisa aponta diferenças de opiniões e hábitos entre os consumidores intercontinentais. Enquanto para o brasileiro a escolha pela embalagem de alumínio está relacionada à segurança/proteção do alimento embalado, para americanos, ingleses e australianos a conveniência e praticidade são os fatores mais importantes na hora de optar pelas semirrígidas. Entre os franceses, esses fatores têm bem menos importância. Para eles, as embalagens de alumínio estão relacionadas a aspectos de higiene e possibilidade de poder cozinhar usando o recipiente.

 

Imagem, fonte: European Aluminium Foil Association

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Valor agregado

Embalagem pode definir a escolha do consumidor no ponto de venda, aponta pesquisa

Para o consumidor do século 21, o diferencial dos alimentos e bebidas pode estar na embalagem, como aponta pesquisa realizada pela MeadWestvaco Corporation (MWV), empresa global de embalagens que fornece soluções em diversas áreas como saúde, alimentos, bebidas e agronegócio.

Realizado no final de 2014, o levantamento aponta que o consumidor brasileiro sofre maior influência das embalagens em relação aos chineses, franceses, alemães e norte-americanos. Na análise das atitudes dos consumidores no momento da compra, 52% afirmaram que a embalagem é muito ou extremamente importante para satisfação com o produto, contra 31% da totalidade dos cinco mil entrevistados da pesquisa.

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Embalagem pode definir a escolha do consumidor no ponto de venda, aponta pesquisa.

No resultado global, 69% afirmaram que o fato de a embalagem ser facilmente reciclada ou aproveitada é extremamente importante. O item sustentabilidade foi apontado como um dos atributos que podem ser reforçados pelos fabricantes.

A inovação das embalagens é apontada como um recurso para melhorar a segurança dos produtos por 30% dos brasileiros, índice acima da média mundial de 25%. E 92% dos brasileiros afirmam que o desenvolvimento de novas embalagens tornou os produtos mais convenientes e de fácil uso.

De acordo com Assunta Camilo, diretora do Instituto de Embalagens, os resultados refletem, além da importância da embalagem para o consumidor, que o mercado brasileiro vem tentando se adequar ao novo momento, modernizando as embalagens para atender às necessidades básicas: conveniência, saúde, segurança, estilo e sustentabilidade.

Mas, apesar de a pesquisa apontar alto índice de reconhecimento no item desenvolvimento de embalagens mais convenientes, segundo Assunta, o investimento ainda é muito reduzido. O mercado ainda oferece ao consumidor, por exemplo, embalagens difíceis de abrir, sem dispositivo para fechamento, pesadas e muitas vezes inseguras. E, para a especialista, a melhor maneira de mudar esse cenário é investir em conhecimento dos recursos disponíveis, por meio da formação de profissionais capacitados e preparados.