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Inovação traz mais praticidade à cozinha

Wyda lança folhas de alumínio já cortadas no tamanho 27cm X 30 cm, para atender dona de casa e mercado de food service

Tanto chefs profissionais quanto amadores já conhecem as muitas vantagens de usar papel alumínio na cozinha. O que nem sempre é muito fácil, porém, é cortar o produto no tamanho ideal para o uso, e foi pensando nisso que a Wyda acaba de trazer ao mercado o “Embrulha Fácil”.

Trata-se de um cartucho com unidades de papel alumínio já cortadas no tamanho 27cm X 30 cm. A novidade torna muito mais fácil embalar os alimentos, além de ser mais resistente. A superfície contém nervuras, como resultado do processo de grofagem. Sua embalagem ainda traz várias sugestões de uso e diversos tipos de aplicações do produto, que tem picote no centro para facilitar a retirada das folhas.

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Lanches, carnes, aves, peixes, burritos, wraps, frutas, espetinhos de churrasco, assados em geral, frutas, hot dogs. São muitos os alimentos consumidos no dia a dia que, de acordo com a fabricante, podem ser embalados com o “Embrulha Fácil”.

O lançamento está à venda em cartuchos com 25 unidades, acondicionados em caixas de embarque com 24 cartuchos cada, e na versão com 250 unidades, acondicionada em caixas de embarque com 12 cartuchos cada.

“Lançamos duas versões para podermos atender tanto a dona de casa quanto o mercado food service”, explica Cadu Migliorini, responsável pelo marketing do Grupo Wyda. “Esse tipo de produto já é muito usado nos Estados Unidos, onde é chamado de pop-up foil sheets.”

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Papel alumínio faz a diferença no preparo e sabor dos alimentos

Renomado chef de Fortaleza fala sobre a importância do material para a gastronomia

A utilidade do papel alumínio na culinária já é bastante conhecida por quem gosta de cozinhar. Mas, entre chefs profissionais, seu potencial vai além: trata-se de um utensílio extremamente valioso e de ampla aplicação.

Para entender o potencial do papel alumínio no dia a dia de uma cozinha profissional, o portal Embalagens de Alumínio conversou com o chef Rodrigo Viriato. Responsável por oito estabelecimentos em Fortaleza, no Ceará, ele é formado pelo The Culinary Institute of America, de Nova York, e tem especialização pela famosa escola de gastronomia francesa Le Cordon Bleu. Viriato mantém ainda um blog, uma coluna de gastronomia no jornal O Povo e é professor na Universidade Federal do Ceará.

O chef calcula que usa, por mês, quatro rolos de papel alumínio para uso profissional em cada um de seus restaurantes. “Para começar, o papel alumínio é fundamental nos papelotes (método de preparo que consiste em envolver o alimento com o material). Temos, por exemplo, uma entrada de tentáculos de polvo que primeiro é pré-cozida na panela de pressão e depois finalizada, no papelote, junto com vários vegetais e temperos”, explica o chef. Em sua cozinha, o prato de salmão com shimeji também é finalizado no forno dessa mesma forma.

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Viriato enumera didaticamente as vantagens do uso do material na cozinha. Para o chef, além da flexibilidade e resistência, o papel alumínio é mais fácil tanto para preparar quanto para apresentar o prato. Isso porque, uma vez pronta, a refeição fica visualmente mais adequada e o papel alumínio pode ser facilmente retirado. “O cliente vê o papel alumínio como algo limpo, que pode ser manipulado sem problemas”, garante.

E o uso do papel alumínio na gastronomia não se restringe aos papelotes. Viriato lembra, por exemplo, que é possível usar o material para cobrir um pirex, como uma tampa. Ao contrário do que se imagina, essa técnica não serve simplesmente para embalar a comida. “Quando faço isso, eu estou, na verdade, mudando o método de cocção do alimento. Ao cobri-lo, o que eu procuro fazer é manter a temperatura mais baixa dentro do papel alumínio”. O que, segundo ele, altera a cor, o odor e o sabor do alimento.

Para exemplificar essa técnica, mais conhecida entre profissionais, Viriato cita uma receita de lombo de porco. “Nesse caso, você colocaria o lombo em um pirex junto com os temperos. Sem o papel alumínio, a carne iria queimar e não assaria. Ao cobri-la com o papel alumínio, eu mudo o método de cocção. De assado, passa a ser um cozido no vapor. Quando usa esse método, o leigo acha que se trata apenas de proteger a carne do calor, mas na verdade ele está também alterando a atmosfera entre o alimento e o alumínio.”

Para completar, o chef ressalta também a possibilidade de, com o papel alumínio, preparar uma comida mais saudável. “Por exemplo, hoje eu dificilmente cozinho batatas na água. Eu enrolo elas no alumínio e coloco no forno. É um modo de manter as propriedades da batata ao invés de perdê-las na água”, ensina Viriato.

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Papel alumínio, a estrela dos pratos da ceia de Natal

Acessório faz parte dos ingredientes que inovam receitas de carnes preparadas para a festa de fim de ano

Ao pensar no Natal, muita gente já fica com água na boca aguardando pelas delícias e guloseimas da ceia. Mas já parou para pensar que algumas daquelas comidinhas que você tanto gosta não poderiam ser preparadas sem o papel alumínio?

O professor de jornalismo Bernardo Queiroz sabe bem disso. Ele mora em São Paulo e todo ano volta para Pernambuco com uma grande responsabilidade: preparar a ceia de Natal da família. Algumas de suas receitas prediletas só ficam no ponto certo com o uso de papel alumínio.

“Sempre volto para Recife para cozinhar a ceia na casa dos meus pais. Se isso não acontecer, eu sou deserdado”, brinca Bernardo. “Eu chego na véspera porque alguns pratos têm que começar a ser feitos 24 horas antes. E dois dos pratos favoritos são feitos com ajuda do papel alumínio: o peru e a costela de porco.”

O professor, e “chef” por hobby, explica que, sem o material, suas tão esperadas receitas seriam inviáveis. “Para assá-las, precisamos embrulhar a travessa com papel alumínio. Porque usamos a chamada vinha d`alho para temperar as carnes. É uma ‘solução` de vários ingredientes que, sem o papel alumínio, evapora.”

A vinha d`alho é uma mistura de vinho Chardonnay com alho, cebola, pimenta, louro e mel, entre outros ingredientes. Tanto o peru quanto a costela são literalmente mergulhados nesse molho para absorver todos seus sabores durante 24 horas. Depois são levados ao forno na travessa coberta por papel alumínio por três horas (no caso do peru) e duas horas (costela).

“Como as carnes são banhadas em um líquido, boa parte dele vai para a travessa e acabaria evaporando sem o papel alumínio. Você só o retira na hora de finalizar a receita, para a carne ficar crocante”, conta Bernardo. “Minha mãe pegou essa receita em uma revista anos atrás porque ela tinha uma pitada nordestina. A finalização do peru é feita com mel de engenho e depois o prato é servido com farofa de jerimum.”

Bernardo conta que outra vantagem do peru é que ele não precisa ser requentado a todo instante, uma vantagem em uma família grande como a dele. “Podemos servir o peru frio com molho quente. Isso libera o forno para que eu faça outros pratos”, explica Bernardo.

Confira as receitas que fazem tanto sucesso na família do professor:

Peru com vinha d’alho e mel de engenho

Ingredientes:

1 peru
1 garrafa de vinho Chardonnay (se o peru for pequeno, use meia garrafa)
2 dentes de alho
1 cebola
1 pimenta dedo de moça
3 folhas de louro
Um pote pequeno de mel de engenho
Um maço de alecrim
Tempero completo a gosto
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

Leve o vinho, o alho, a cebola, a pimenta, o louro, o alecrim e o tempero picados em pedaços grandes. Verifique o sal (deve ficar mais salgado do que seu paladar usual). Deixe o peru embebido neste tempero por 24 h, sempre na geladeira. Vire o peru de 2/2 h para que pegue bem os temperos.

Asse o peru, banhado na vinha d’alhos, a 200 graus nas primeiras 3 horas coberto por uma folha de alumínio, e então deixe na graduação mínima por mais 3 horas sem o alumínio. De tempos em tempos, regue o peru com o tempero e pincele-o com uma mistura de vinho branco e mel de engenho. Quando já estiver quase no ponto, descarte a maior parte da vinha d’alhos, deixando apenas um dedo de líquido até terminar de assar. Verifique se ficou bem cozido espetando com um garfo (não deve escorrer sangue). A maior parte dos perus vem já com termômetros que indicam que está no ponto. O calor vai criar uma crosta doce do mel de engenho ao redor da pele do peru e dar a ele uma bela cor.

Sirva com a tradicional farofa ou com uma boa farofa de abóbora.

 

Costela de porco

Ingredientes:

4kg de costela de porco, com osso, não fatiada
1 garrafa de vinho tinto seco
4 dentes de alho
2 colheres de sopa de mostarda em grão
3 folhas de louro
Um maço de alecrim
Tempero completo a gosto
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

Da mesma forma que o peru, faça uma marinada com os temperos todos. Deixe o porco na mistura por 24 horas. Descarte a maior parte da marinada. Pré-aqueça o forno a 200 graus e asse lentamente as costelas com a travessa envolvida em papel alumínio por duas horas. Retire o papel alumínio e asse por mais duas horas, regando e virando a cada 30 minutos. É um trabalho de paciência, mas que vale a pena. Elas ficarão douradas e macias. Quando o osso se soltar da carne ao ser puxado, estará no ponto.  Sirva com um purê de batata doce.

 

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Bom de vendas

Alumínio é destaque nos negócios de descartáveis em distribuidora do sudeste do País

A comercialização das embalagens descartáveis de alumínio, apesar da crise econômica de 2015, alcançou bons resultados no ano para distribuidores. De acordo com Niedeberg Harley, da área de Compras e Marketing da Época Comércio e Distribuição, a empresa registrou um crescimento de 22% no faturamento. Entre os produtos com maior volume de vendas estão a marmitex número 8 e o rolinho doméstico de alumínio (30x4m e 30×7,5m). Somados ao protetor de fogão, esses itens representam 63% das vendas realizadas pela Época.

Além de Minas Gerais, onde está localizada a sede da empresa, a Época mantém filiais em Espírito Santo e no Rio de Janeiro, comercializando uma média mensal de 20 mil caixas de descartáveis por mês, para os três estados. Tendo a Boreda  como fornecedora de embalagens e papel alumínio, a distribuidora atende grandes redes de varejo e serviços, como supermercados, bares, mercearias e hotéis.

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Mesmo sem citar números comparativos, Haley afirma que as descartáveis de alumínio geram bons negócios, já que a procura supera a de produtos fabricados com outras matérias-primas. “O isopor e o plástico não possuem as mesmas propriedades do alumínio. Um exemplo são as marmitex, que mantém por mais tempo o calor do alimento”, destaca.

“Marmitex e rolinho doméstico
lideram as vendas”

Como condutor de calor, o alumínio resiste a variações de temperatura, desde o ultracongelamento até a temperaturas extremas usadas para cozinhar, durante a produção e a utilização, sem eliminar toxinas prejudiciais à saúde. Além do desempenho térmico, preserva as características e aumenta a vida do produto embalado, sem necessidade de refrigeração, e ainda é 100% reciclável. Veja mais em http://embalagensdealuminio.com.br/embalagem-organica/ 

Para a fabricação de embalagens, o alumínio é empregado na forma de folhas e chapas. Em 2014, o consumo de alumínio pela indústria de embalagens correspondeu a 33% da totalidade do metal transformado fornecido ao mercado interno. Sendo que para o segmento de embalagens foram destinadas 74 mil toneladas de folhas de alumínio, segundo levantamento divulgado pelo Anuário Estatístico da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL).