Cervejaria lança versão em lata para ampliar consumo

Bebida artesanal chega ao mercado em lata de alumínio de 310 ml

Apenas nos primeiros nove meses de 2018, foram registradas 156 novas cervejarias no País, uma média de quatro a cada semana. Esse segmento fechou o ano com 835 fábricas em atividade, número 23% maior do registrado em dezembro de 2017, segundo levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Esse crescimento reflete diretamente no consumo de latas de alumínio para bebidas, que têm se tornado a opção de embalagens para diversas cervejarias artesanais, como a curitibana  Way Beer.

Opção em lata deve popularizar cerveja artesanal

Para conquistar um novo público, além da praticidade, a bebida envasada em latinhas de 310 ml e vendida por R$ 4,99, a Wayzinha foi criada para atender aos consumidores que não têm o hábito de beber cerveja artesanal com frequência, segundo Alessandro Oliveira, mestre cervejeiro e sócio proprietário da marca.

“Hoje, a maior parte das cervejas artesanais tem um valor muito alto e isso restringe o público. A pessoa compra uma garrafinha e toma num momento especial, para harmonizar com alguma comida”, explica Oliveira.

De acordo com o mestre cervejeiro, o produto é voltado para um consumo mais rotineiro sem deixar de lado as características típicas de uma bebida artesanal. A Wayzinha é produzida com malte brasileiro da região de Entre Rios, em Guarapuava (PR). Apenas 10% da matéria-prima é importada da Alemanha.

Inovação marca 30 anos da latinha no Brasil

Com novos formatos, venda de latas de alumínio para bebidas chega a 26 bilhões de unidades

Neste ano, a lata de alumínio completa 30 anos no Brasil. Em 1989, as primeiras latinhas do país de 350 ml foram produzidas pela Latas de Alumínio S.A. Latasa, na cidade de Pouso Alegre (MG). Hoje o mercado dispõe de oito formatos e o consumo das latinhas cresce a cada ano. Em 2018, segundo a Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio), foram vendidas 26 bilhões de unidades no País, com crescimento de 8,5%, em relação a 2017. Para contar o processo de evolução da latinha, o portal Embalagens de Alumínio ouviu Thaís Moraes, Gerente de Comunicação e Relacionamento com as Comunidades da Ball Embalagens para Bebidas América do Sul.

Novos formatos 

Desde o seu surgimento, a lata foi ganhando cada vez mais espaço no mercado. O consumidor passou a utilizá-la em diversas ocasiões e a demanda por novos formatos foi surgindo, fazendo com que a indústria se adaptasse para os diversos momentos de consumo e tipos de bebidas. Segundo a ABAL, no Brasil, o consumo anual de latas de alumínio para bebidas chegou a 116 unidades por brasileiro em 2017. Em 2003, este número era apenas de 52,1 latas por brasileiro, ou seja, houve um aumento de cerca de 122% em 14 anos.

A lata de 473ml (16oz), por exemplo, surgiu na segunda metade da década de 90 e trouxe a possibilidade de um consumo que não precisa necessariamente ser individual.

Já a 269ml (9.1oz) surgiu no início dos anos 2000 e ganhou muita aderência no mercado cervejeiro, pois é ideal para um consumo outdoor e individual. Por ser mais leve, mais fina e fácil de transportar, essa latinha é uma ótima escolha para eventos.

Outra novidade muito importante é a lata 410ml X-Sleek (13.9oz), lançada neste ano, e que apresenta formato inovador, diferente de todos os padrões já existentes no mercado mundial, elaborado com exclusividade para a marca de cerveja artesanal Colorado.

Demandas de consumo

Os formatos e tecnologias das latas vão se diversificando para atender as diferentes demandas de consumo e trazer para a indústria de bebidas mais flexibilidade e atratividade em relação ao consumidor. O extenso portfólio de formatos de lata trouxe mais versatilidade para a indústria de bebidas, que pode apostar em diferentes tipos de envase, se adaptando aos diversos momentos de consumo. Além disso, a superfície da lata permite impressão 360º – facilitando a comunicação e permitindo maior expressão da marca do produto na gôndola.

Vantagens da lata

Vale lembrar que a lata de alumínio é a melhor opção de embalagens para bebidas. No Brasil, seu índice de reciclagem chega a 97,3% e, ao ser consumida, retorna ao mercado em até 60 dias, caso seja descartada corretamente. Além de ser a embalagem mais amiga do meio ambiente, a latinha é também a mais segura, pois não quebra, não fragmenta ao cair e protege o sabor da bebida, já que isola o líquido dos raios ultravioleta e do oxigênio, mantendo a integridade e o seu sabor original.

Inovações e exclusividade

A lata 410ml X-Sleek é uma importante novidade, pois apresenta formato inovador, diferente de todos os padrões já existentes no mercado mundial, elaborado com exclusividade para a marca de cerveja artesanal Colorado, que passou a investir em latas de alumínio desde janeiro deste ano. Nem tão fina como a Sleek e nem tão larga quanto a Standard, o novo modelo comporta um volume de 410ml. Conta ainda com um revestimento especial em HD (impressão High Definition) e aplicação de verniz fosco, para atender à expectativa de um produto premium.

Além dessa recente novidade, a Ball Embalagens para Bebidas América Sul possui mais sete formatos: 220ml – sleek (7.5oz), 269 ml sleek (9.1 oz), 350 ml standard (12oz), 310 ml sleek (10.5 oz), 355 ml sleek (12 oz), 473 ml latão (16 oz), 710 ml super latão (24 oz).

Novelis e Vá de Lata coletam materiais recicláveis na Sapucaí

Durante os desfiles de Carnaval do RJ, campanha coletou, separou e tratou 30 toneladas de resíduos em cooperativa montada no sambódromo

Durante o Carnaval 2019 do Rio de Janeiro, o movimento Vá de Lata, com o apoio da Novelis, coletou 30 toneladas de resíduos durante os ensaios técnicos e desfiles da Marquês de Sapucaí, superando em mais de 100% a meta prevista de 14 toneladas. As latas de alumínio corresponderam a 66% do material coletado.

Segundo o movimento, com a reciclagem do material coletado, foram poupados cerca de 148 MWh de energia, o suficiente para abastecer mais de duas mil residências populares durante um mês, e 443 metros cúbicos de água, além de gerar uma economia de cerca de R$ 30 mil para o poder público com a destinação correta dos resíduos.

“Campanha coletou 19 toneladas de latinhas de alumínio”

O público que assistiu aos desfiles recebeu sacolas biodegradáveis e orientações sobre como separar lixo orgânico e reciclável durante a festa. A cada intervalo, as sacolas foram recolhidas por catadores de materiais recicláveis e levadas para uma esteira de separação alocada em uma cooperativa montada no setor A da Sapucaí. No local, o material foi separado, tratado e depois encaminhado para reciclagem. Cerca de 85 catadores, da Associação de Catadores do Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho, trabalharam no projeto.

De acordo com Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis América do Sul, apoiar iniciativas que promovam a reciclagem faz parte da estratégia da Novelis e de seu compromisso com a sustentabilidade. “A empresa é a maior recicladora de alumínio do mundo e iniciativas como essa fomentam o processo de economia circular”, destaca.

Novelis amplia rede de coleta para reciclagem de alumínio

Novo centro tem sede em Minas Gerais e é o nono da empresa no Brasil

A Novelis expande sua rede de compra de material para reciclagem e inaugura seu nono Centro de Coleta com sede em Uberlândia, Minas Gerais. Na unidade, serão feitos os trabalhos preliminares de limpeza, prensagem, paletização e montagem dos fardos de sucata.

A empresa conta com uma unidade de negócios exclusivamente focada na expansão da compra de latas de alumínio pós consumo em centros de coleta espalhados pelo País: Salvador (BA), Recife (PE), Juiz de Fora (MG), São Paulo (capital), Pindamonhangaba (SP), Campinas (SP), Sertãozinho (SP) e Ananindeua (PA).

A ampliação tem o objetivo de aproximar a empresa de pequenos fornecedores de latas de alumínio

A abertura do novo centro de coleta fortalece a participação da Novelis no mercado de reciclagem de alumínio no Brasil. “Com a ampliação da capilaridade dos nossos centros de coleta, conseguimos nos aproximar dos pequenos fornecedores e cooperativas da região, o que facilita a compra de latas soltas e material prensado em pequenos volumes”, diz Carlos Morais, diretor de Suprimento de Metal da Novelis.

A empresa alcançou no ano fiscal 2018 a marca de 57% de insumos provenientes da reciclagem no total da sua produção global. “A capacidade de processamento de sucata da Novelis no Brasil é de 390 mil toneladas de alumínio por ano e acreditamos que, com a conscientização da população em relação à importância da reciclagem e desenvolvimento do mercado de alumínio no País, a tendência é que nossa capacidade continue crescendo”, conta Morais. Até o final do ano, a Companhia deve inaugurar outros 2 centros de coleta.

Latas de alumínio ganham as cores da seleção brasileira

Em ritmo de Copa do Mundo, embalagem de guaraná de 350 ml ganha novo visual para atrair torcedores

As latinhas de alumínio do Guaraná Antarctica ganharam novas cores para acompanhar o clima da Copa do Mundo. Em edição limitada, a novidade chega em quatro versões das embalagens de 350 mililitros, nas cores verde, amarela, azul e branca (para o guaraná zero).

O diferencial que destacará o produto nas gôndolas dos supermercados faz parte da campanha Tudo Pela Seleção, lançada pela marca por conta do mundial de futebol da Fifa. A marca é patrocinadora da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) desde 2002.

Redução de latas de bebidas atende indústria e consumidor

 Versatilidade das embalagens de alumínio permite atender demandas diversificadas de quem produz e de quem consome

As embalagens de 250ml ou menores representavam 40% das marcas de bebidas gasosas da Coca-Cola, em 2017. E as minilatas e outras embalagens pequenas compunham 15% das bebidas gasosas da companhia comercializadas na América do Norte. Essa tendência de redução das embalagens por parte da indústria de bebida atende a demandas dos consumidores, que variam de causas econômicas à busca de alimentação saudável.

De acordo com Thiago Gnecco, gerente comercial América do Sul da fabricante de latas Ball, as marcas sempre buscam soluções de embalagem que se adequem à sua estratégia. “No caso do Brasil, a crise econômica reduziu o poder de compra dos consumidores e embalagens menores têm menor custo unitário. Neste caso, foi a oportunidade para as marcas não verem seus consumidores migrarem para produtos competidores. Existe também a busca do consumidor por produtos mais saudáveis e as embalagens menores auxiliam também na redução da quantidade de calorias ingeridas. Além disso, existem categorias que tem como estratégia atingir o público infantil”, explica.

Embalagens menores garantem ao consumidor acesso a bebidas em diferentes ocasiões de consumo

Apesar de não citar números, Gnecco garante que, no caso de refrigerantes, as embalagens menores são parte da estratégia de algumas empresas globais e tem crescido não só no Brasil, como também em todo o mundo. Segundo gerente, em alguns países existem regulamentações governamentais que exigem valores máximos de calorias e outros ingredientes, que só podem ser atingidas por embalagens menores.

Gnecco ainda ressalta que as embalagens menores garantem ao consumidor acesso a bebidas em diferentes ocasiões de consumo.  “Na indústria da cerveja, a redução da embalagem em lata (269 ml), muito conhecida em grandes eventos, como o carnaval, tem como apelo uma quantidade menor de bebida que mantem-se gelada enquanto o consumidor a degusta”, exemplifica.

Marcas de bebidas adotam anéis coloridos de latas como padrão

Há dois anos, produção nacional de anéis coloridos de alumínio incentiva opção pelo diferencial

Desde 2016, a Novelis é a única fornecedora nacional de bobinas pintadas para anéis coloridos de alumínio usados em latas para bebidas.  Até então disponível apenas no mercado internacional, o produto passou a ser fabricado no País nas cores vermelha, verde, azul e laranja.

Os lotes mínimos foram uma novidade e um diferencial. Há dois anos, a Novelis oferece lotes de 2 a 3 toneladas por cor, enquanto que produtores externos fornecem lotes maiores, entre 5 e 10 toneladas. O processo de pintura utiliza um sistema inovador com verniz a base de água e concentrados coloridos, que possibilita a fabricação de lotes mínimos menores por cor.

Cor e personalização da lata ajudam marcas a se diferenciarem nas gôndolas

Além do fornecimento de lotes menores, eliminar a necessidade de importação mitigou gargalos importantes, como a logística, por exemplo, tornando o produto competitivo e agilizando o processo de entrega.

Utilizados  a princípio especialmente em campanhas promocionais de edições limitadas, a produção e a demanda por esse produto aumentou e hoje muitas marcas utilizam o anel colorido como padrão, segundo Cinthia Squadrani, Analista de Desenvolvimento de Produto da Novelis. Isso porque a cor e a personalização da lata ajudam as marcas a se diferenciarem nas gôndolas e a caracterizarem diferentes famílias de produtos.

“No Brasil, a produção e a possibilidade de compra de lotes menores serviu como um grande incentivo para o aumento da utilização dos anéis coloridos. A expectativa da Novelis é continuar aumentando o portfólio de cores disponíveis de acordo com a demanda nacional, possibilitando cada vez mais diferenciação para as latas fabricadas ”, explica a analista.

Alas abertas para a reciclagem de latinha de alumínio

Consumo de bebidas no Carnaval faz cooperativas de catadores projetarem aumento de até 40% na coleta de embalagens  

Chegou aquela época do ano muito aguardada por quem adora uma folia. Mas o Carnaval é um grande momento também para os milhares de catadores que fazem do Brasil uma referência mundial em reciclagem de latinhas.

Entre marchinhas, fantasias, plumas e paetês, eles trabalham duro para aproveitar a melhor época do ano para catar latinhas. O alto consumo de bebidas e as grandes aglomerações de foliões aumentam muito a quantidade do material à disposição. De acordo com a Abralatas (Associação Brasileira de Produtores de Lata de Alumínio para Bebidas), durante o Carnaval a coleta de latinhas costuma aumentar entre 20% e 30% em relação a um mês comum.

A importância do feriado é tamanha que em cidades como Salvador (BA), por exemplo, há mobilização especial para a coleta. Há doze anos cooperativas de catadores atuam em conjunto para aproveitar ao máximo o Carnaval. Cerca de 1100 deles vão às ruas, ajudando a deixá-las mais limpas, beneficiando o meio ambiente e gerando recursos.

“E esses são apenas os catadores que participam oficialmente do projeto para o Carnaval. Há ainda aqueles que atuam por conta própria”, explica Jeane dos Santos, mobilizadora da Rede Cata Bahia Metropolitana. “O Carnaval é o melhor momento do ano para nós, que coletamos as latinhas tanto nas ruas quanto nos camarotes.”

Jeane conta que as festas de pré-Carnaval em Salvador já deram uma amostra daquilo que reserva o feriado deste ano. “Ainda não fechamos os números, mas calculo que coletamos uns 20% a mais que no ano passado”, diz a catadora. “No Carnaval, acredito que chegaremos a 40% a mais em comparação com 2017”.

Cerca de 1100 catadores estarão nas ruas durante o Carnaval de Salvador

Em Natal (RN), ainda não há uma mobilização específica para o Carnaval, mas sem dúvida o feriado também é muito importante para os catadores. “O Carnaval de rua de Natal ainda é pequeno em comparação com Salvador. Mas sabemos que aumenta muito a quantidade de latinhas coletadas”, diz Severino Lima Júnior, presidente da Cocamar, cooperativa com cerca de 75 catadores que atua desde 2007 na cidade.

Um bom indício desse crescimento é, para Severino, os números registrados no Carnatal, a folia oficial pré-Carnaval da cidade. “É a nossa referência, e neste ano coletamos quase o dobro de latinhas em relação ao ano passado”, conta Severino. “Foram cerca de 3,6 toneladas de latinhas.”

Severino avalia que, neste ano, o folião foi ao evento mais preparado e disposto a consumir: “Foi diferente do ano passado, quando sentimos uma retração no consumo.”

Nova tecnologia aperfeiçoa aplicação de efeito matte em latas para bebidas

Combinação com elementos lustrosos origina design multifacetado em latas de alumínio

O chamado efeito matte, que proporciona um acabamento opaco às embalagens, sempre foi de difícil aplicação em superfícies metálicas. Porém, a Ardagh Group, empresa presente em dezenas de países, desenvolveu uma tecnologia que promete resolver esse problema.

O“Matte & Mirror Impact” é capaz de aperfeiçoar a utilização desse efeito em latas para bebidas. Com o novo composto, qualquer cor pode ser aplicada na embalagem. De acordo com a empresa, a superfície brilhante da lata, ao receber o composto, passa a refletir a luminosidade de uma maneira diferente, o que origina o “efeito Matte”.

“Solução facilita aplicação de acabamento
opaco em latinhas de alumínio”

“Comparada com as latas que usam apenas o matte, essa nova solução cria uma superfície multifacetada”, explica Werner Noll, gerente de impressões da Ardagh Group. Ele diz que o uso do matte em embalagens vem crescendo na medida em que mais empresas buscam esse tipo de efeito, mas, ao contrário de superfícies de papel e papelão, aplicá-lo em latas de bebidas se mostra mais complicado especialmente em conjunto com elementos lustrosos.

“Esse novo tipo de finalização irá incrementar a comunicação das marcas com os consumidores”, acredita Dirk Schwung, diretor de vendas da Ardagh Group. “As áreas com matte e as áreas lustrosas da superfície permitem o uso de elementos específicos de design como logotipos, mensagens promocionais e ícones da marca. Eles podem ser facilmente destacados e atrair a atenção dos consumidores nos pontos de venda.”

A nova tecnologia estará disponível a partir de 2018.

Pequena notável

Mini-lata de alumínio para refrigerantes é opção para enfrentar queda de consumo

Nos últimos seis anos, o consumo de refrigerantes no País registrou queda de 20%, segundo levantamento de 2014 realizado pelo Ministério da Saúde.

Apesar da queda, a pesquisa mostra que 21% dos entrevistados bebem refrigerante cinco vezes por semana. Ou seja, apesar da preocupação em manter uma vida saudável, a bebida continua a fazer parte dos hábitos alimentares dos brasileiros.

Uma equação que os fabricantes estão resolvendo através do lançamento de embalagens menores, como as mini-latas de Coca-Cola, de 250 ml, com 90 calorias. Forma encontrada pela empresa para incentivar os amantes da bebida a manter o consumo e, ao mesmo tempo, cuidar da saúde.

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Tendência de mercado que foi acompanhada pelos fornecedores nacionais de latas de alumínio, que oferecem diversos tamanhos e formatos de embalagens. De acordo com a Abralatas (Associação Brasileira de Produtores de Lata de Alumínio para Bebidas),  a produção está capacitada para atender diferentes necessidades de consumo.

“Formatos diferentes do tradicional chegam a 30% da produção nacional”

Além da latinha de 350ml, nos últimos anos houve diversificação da produção. Hoje, pelo menos 30% do que é produzido no País está em formato diferente do tradicional.

“A possibilidade de variação de tamanho e formato da lata permite ao fabricante de bebidas colocar seu produto no mercado para finalidades e públicos diversos, de acordo com a ocasião de consumo ou com o  perfil do consumidor. Existem latas para consumo compartilhado, para doses pequenas, para eventos sofisticados e para serem consumidas em qualquer ambiente. Ou seja, há latas para todos os gostos”, explica Renault Castro, presidente executivo da Abralatas.

Entre as fabricantes nacionais está a Rexam, fornecedora dos formatos squat 250 ml, para a Coca-Cola, e o slim 250 ml, para a Red Bull.