Latinha chega ao mercado de vinho

Praticidade da lata de alumínio inova o consumo de três rótulos da Vivant Wines

Os admiradores de vinho ganharam mais praticidade. Agora a bebida pode ser saboreada a qualquer hora e lugar. Isso porque a Vivant Wines  acaba de lançar o primeiro vinho em lata do Brasil. São três rótulos: tinto (Cabernet/ Merlot), branco (Chardonnay) e rosé (Syrah/ Pinot noir).

Depois de muita pesquisa, em parceria com a Vinícola Quinta Don Bonifácio, foi selecionado um blend especial que se adaptasse às latas. As latinhas de 269 mililitros já estão à venda no Rio de Janeiro e devem chegar em breve a São Paulo

A ideia surgiu quando um dos sócios, Leonardo Atherino, se viu em uma situação inusitada em uma festa. “Comprei uma garrafa de vinho e fui curtir a festa. Quando percebi, estava com uma garrafa na mão e uma taça na outra e tinha que colocar um dos dois no chão para conseguir cumprimentar os amigos”, diz ele.

Vá de Lata completa um ano de atuação no Brasil

Lançado em 2018, movimento incentiva consumo e reciclagem de lata de alumínio para bebidas

Há um ano, o movimento Vá de Lata realiza atividades voltadas ao consumo consciente. Lançada em janeiro de 2018 pela fabricante de latas de alumínio Ball Corporation, a iniciativa prioriza oferecer informação sobre descarte correto, ciclo de reciclagem e a importância da atuação dos catadores de materiais recicláveis como agentes ambientais. Para falar sobre o movimento, o portal Embalagens de Alumínio entrevistou   Thaís Moraes,  gerente de Comunicação e Relacionamento com as Comunidades da Ball Embalagens para Bebidas América do Sul


O Vá de Lata foi formatado especialmente para o Brasil? O que motivou sua criação?
O movimento Vá de Lata busca conscientizar a população sobre as vantagens da embalagem mais sustentável da cadeia de bebidas. O Brasil é o país que mais recicla latas de alumínio no mundo, com um índice de reciclagem de 97,3%. O PET, por exemplo, tem uma taxa de 59%, seguido do vidro, com cerca de 47%. Isso significa que, quando descartada corretamente, a lata retorna às prateleiras em até 60 dias. A latinha acaba por subsidiar a coleta de outros materiais recicláveis, pois, na prática, o valor da sucata do alumínio é 26 vezes maior que o valor da sucata de vidro e 3 vezes maior que o valor pago na sucata de PET.

Além de ser a mais amiga do meio ambiente, ela é também a mais segura, pois não quebra, não fragmenta e protege o sabor da bebida. Por acreditar em um consumo com menos lixo e mais consciência, o movimento Vá de Lata dissemina informação e promove conscientização em seus canais de comunicação e em diversas ações pelo Brasil. Mas o movimento também está presente em outros países da América do Sul, como Chile e Argentina.

Qual a relação entre o aumento de consumo de latas de alumínio para bebidas no Brasil e as vantagens dessa embalagem?
Segundo a ABAL (Associação Brasileira do Alumínio), o consumo anual de latas de alumínio para bebidas chegou a 116 unidades por brasileiro em 2017. Em 2003, este número era apenas de 52,1 latas por brasileiro, ou seja, houve um aumento de cerca de 122% em 14 anos.

A lata de alumínio é a melhor opção de embalagem para bebidas e o consumidor sabe disso. Além das vantagens ambientais citadas acima, no quesito sabor, a latinha também apresenta vantagens. Ela é a embalagem que melhor preserva o sabor original da bebida, pois a protege completamente da ação de raios UV. Essa característica é essencial para a cerveja, por exemplo, que perde suas propriedades se for exposta à luz, o chamado efeito light-struck. A lata ainda é selada internamente por um verniz inodoro que protege a bebida, não permitindo que o líquido entre em contato com o alumínio e sofra qualquer alteração. Ou seja: bebendo na lata, o consumidor experimenta praticamente a mesma bebida do momento do envase, característica que tem atraído muitos cervejeiros artesanais.

Além disso, com a latinha, a cerveja gela mais rápido, atingindo a temperatura ideal cerca de 37 minutos antes da long neck. A praticidade das latas caminha junto com a segurança, já que este tipo de embalagem, diferente do vidro, não quebra e é inviolável, com um sistema de fechamento que protege a bebida, garantindo segurança no transporte e procedência do produto.

Quais as principais ações do Vá de Lata?
Além de manter canais nas redes sociais Facebook e Instagran, com informações diárias sobre consumo consciente, reciclagem, educação ambiental, calendário de eventos nacionais etc, trabalhar junto a influenciadores nas áreas de sustentabilidade, lifestyle e lazer, a #Vadelata aproveita momentos de pico no consumo de bebidas, como o verão, carnaval e copa do mundo para fazer campanhas mais enfáticas.

Em 2018, fez campanhas de conscientização no Carnaval e, durante a Copa do Mundo, quando lançou a ação “Quem torce pelo mundo bebe na latinha”, quando torcedores puderam trocar suas latas usadas por mudas de árvores. Cerca de dez hectares de Mata Atlântica foram reflorestados. E, para o Carnaval deste ano, o Vá de Lata lançou a campanha “Quem curte natureza e diversão, cai na folia de latinha na mão”, com o objetivo de propor uma reflexão sobre escolhas de consumo e mostrar, de forma descontraída, quais são os benefícios da embalagem mais amiga do meio ambiente: a latinha de alumínio.

As ações da campanha começaram desde o Réveillon, quando os influenciadores Thaynara OG, Foquinha e Marcos Veras receberam latinhas de presente, as descartaram corretamente e as reencontraram recicladas exatamente 60 dias depois, durante o Carnaval. O movimento Vá de Lata esteve presente nos maiores carnavais do Brasil, fazendo a gestão de resíduos recicláveis da Sapucaí (RJ), agitando o bloco Galo da Madrugada (PE) e o Bloco Du Brasil, com Carlinhos Brown e Timbalada (SP).

Também foi lançada uma sequência de dois vídeos  gravados com o Porta dos Fundos, para provar que é possível falar de sustentabilidade de uma forma leve e divertida.

Qual a participação das indústrias de bebidas?
O movimento Vá de Lata vem se popularizando cada vez mais na indústria, por meio de parcerias com clientes em suas ativações de marca, contato com influenciadores e lançamento de novos produtos. O nicho de craft beer, por exemplo, vem crescendo ano a ano e migrando cada vez mais para a lata devido às vantagens desta embalagem e às mudanças no perfil do consumidor moderno. Inclusive a Ball lançou recentemente o modelo X-Sleek 410ml, diferente de todos os padrões já existentes no mercado mundial. A novidade foi elaborada com exclusividade para a cerveja Colorado, que passou a ser comercializada também em latas de alumínio.

Embalagens recicláveis ganham novos aliados

Em 2019, Frente Parlamentar debaterá Tributação Verde como estímulo econômico para a reciclagem   

Com o objetivo de discutir propostas de utilização de mecanismos que intensifiquem a economia circular, a partir de 2019, desenvolvimento econômico e preservação do meio ambiente serão temas de um foro específico na Câmara dos Deputados. A Frente Parlamentar pela Criação de Estímulos Econômicos para a Preservação do Meio Ambiente, voltada para a busca de alternativas capazes de colocar o país em um novo patamar de sustentabilidade, será forte aliada da proposta de Tributação Verde.

Para o presidente executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), Renault Castro, a medida beneficiará toda a economia, impactando positivamente também a sociedade. “A proposta da Tributação Verde é orientar o desenvolvimento econômico sustentável do país, utilizando instrumentos tributários para fazer com que os preços de mercado dos diversos bens e serviços reflitam seus custos sociais e ambientais, além dos custos materiais, de produção e de comercialização, sem elevação de impostos”, explica.

“Apesar de índice de reciclagem próximo a 100%, lata de alumínio para bebidas paga tributos iguais às embalagens concorrentes”

A criação da Frente foi motivada por uma iniciativa da Abralatas, que realizou campanha com parceiros nos âmbitos público e privado e reuniu apoio de 27 entidades representativas a um manifesto lançado em julho deste ano. O documento defende a regulamentação de dispositivos constitucionais sobre defesa e preservação ambiental, mediante estímulos econômicos diferenciados, de acordo com o impacto ambiental das cadeias produtivas dos diversos bens e serviços, a chamada Tributação Verde, incluindo aperfeiçoamentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em vigor desde 2010.

“No Brasil, a reciclagem sequer é considerada como atenuante para a determinação da carga tributária. A lata de alumínio para bebidas tem um índice de reciclagem dos maiores do mundo, próximo de 100%, há mais de 10 anos. Isso gera benefícios econômicos, sociais e ambientais, e mesmo assim paga-se tributos iguais às embalagens concorrentes, cujos índices são de cerca de 50% e 20%”, complementa Renault.

Um dos temas que serão debatidos pela Frente Parlamentar é a atualização do Projeto de Lei Complementar (PLP) 493/09, de autoria do deputado Antonio Carlos de Mendes Thame. A proposta “regulamenta o tratamento diferenciado dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação em razão do impacto ambiental que causem (…)”. Também será avaliado o PLP 73/07, dos deputados Mendes Thame e Luiz Carlos Hauly, que propõe uma reformulação tributária ecológica.

Lata de alumínio inova mercado de água gaseificada

Bebida com aromas naturais chega aos consumidores brasileiros em latas sleek de 310ml

A Coca-Cola Brasil resolveu trazer ao país um tipo de bebida que já faz sucesso nos Estados Unidos e na Europa: água gaseificada com aromas naturais. E a companhia escolheu a lata de alumínio como uma das opções de embalagem da novidade.

“A empresa entende que é preciso oferecer ao consumidor não só produtos, mas também embalagens que atendam às suas diferentes necessidades e ocasiões de consumo”, explica Rafael Prandini, diretor de Marketing da Coca-Cola Brasil.

A Crystal Sparkling chegou ao mercado nos sabores limão e camomila, e tangerina e capim-limão, em latas sleek de 310ml. “A marca Crystal sempre investiu em ações para incentivar os brasileiros a se hidratarem. Crystal Sparkling é um grande marco porque apostamos na inovação e vamos oferecer ao consumidor uma bebida mais simples e leve que usa as propriedades da água, mas com um leve sabor e só com dois ingredientes. É um lançamento focado nas necessidades das pessoas que promete repetir o sucesso que já alcançamos em outros países”, afirma Prandini.

“Água na latinha foi desenvolvida por equipe multidisciplinar”

Uma especialista em gastronomia, um mestre em plantas e ervas, um pesquisador de bebida, uma aromaterapeuta e um bartender integraram o grupo de profissionais responsável por criar a bebida, que não leva açúcar, adoçantes ou conservantes.

De acordo com Prandini, a Crystal Sparkling quer se posicionar como uma nova opção para os consumidores que buscam hidratação e refrescância sem abrir mão da saúde, naturalidade e um toque de sabor.

O novo produto está disponível no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, e Mato Grosso do Sul.

Lata de alumínio acompanha evolução da cerveja artesanal

Novos rótulos em latinhas dividem gôndolas dos supermercados com as tradicionais garrafas de vidro

De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em 2016, o número de cervejarias artesanais cresceu 39,6%. Hoje a produção da categoria é estimada em 124 milhões de litros por ano. E a expectativa é que esse percentual aumente para 9% até 2022.

Esse cenário de expansão vem incrementando o uso da lata de alumínio para bebidas, em substituição às tradicionais garrafas de vidro originalmente adotadas pela produção artesanal. Ao lançarem novos rótulos, os fabricantes estão optando pela latinha, como é o caso da Cervejaria Pratinha, com sede em Ribeirão Preto (SP). A empresa acaba de lançar cervejas artesanais em latas de 473 ml. Os dois primeiros rótulos são a Pratipa e a Darkmoon.

“Participação da bebida artesanal no mercado cervejeiro pode dobrar em cinco anos”

Em dezembro de 2015, a cervejaria Dádiva, localizada em Várzea Paulista (SP), lançou seu primeiro rótulo, Venice Beach de 350 ml, com a nova embalagem. Em fevereiro de 2016, foi a vez da marca de cervejas artesanais Dona Mathilde Beer, de Itatiba (SP), lançar a German Premium Lager, cerveja gourmet,  em lata de 350ml.

Desde o início de 2017, as garrafas de vidro das cervejas artesanais Birits, Cacildis, Ditriguis e Forévis tiveram que abrir espaço nas gôndolas dos supermercados para as novas embalagens de alumínio de 350ml, que trazem o estilo descontraído da cervejaria Ampolis, inaugurada no Rio de Janeiro em 2013 em homenagem ao músico e humorista Mussum, o brasileiro Antônio Carlos Bernardes Gomes.

Em junho, foi a vez das cervejas catarinenses Schornstein Imperial IPA Schornstein Soul começarem a ser comercializadas em latinhas de 473 ml e 350ml.

Esses são alguns lançamentos que demonstram o crescimento do uso da lata de alumínio no segmento das cervejas artesanais, que promete dobrar sua participação no mercado nacional nos próximos anos. “Hoje, o Brasil é o terceiro mercado de cerveja no mundo. O segmento artesanal representa 1,5%. Mas a estimativa é que chegue a 3% em cinco anos. A mesma coisa vale para as cervejarias. O crescimento está muito acelerado. Hoje, nós temos 400 lojas de cervejarias no país, e a expectativa é que em cinco anos esse número dobre, chegando a 800 unidades”, afirma o diretor do Mestre-Cervejeiro.com, Daniel Wolff.

Redução de embalagens atende mudança de consumo de bebidas

Para atender novas preferências dos consumidores, indústria de bebidas reduz formatos de latinhas de alumínio

O consumo regular de refrigerantes e sucos artificiais vem caindo ano a ano entre a população brasileira. Segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada em abril pelo Ministério da Saúde, nos últimos nove anos a queda foi significativa, passando de 30,9% em 2007 para 16,5% em 2016. Entre os homens, o índice passou de 35,7% para 19,6% no período e, entre as mulheres, de 26,9% para 13,9%.

Uma tendência que leva os fabricantes de bebidas a traçarem novas estratégias para atender às necessidades dos consumidores, seja em relação ao consumo de menor quantidade de açúcar ou à busca por praticidade.

A Coca-Cola Brasil, por exemplo, acaba de abandonar as latas de alumínio de 350ml para os sucos da marca Del Valle. Agora a bebida será oferecida apenas em latas de 290ml. E a inovação atinge toda a linha de sabores do Del Valle Néctar: uva, uva light, pêssego, pêssego light, goiaba, manga e maracujá. Segundo a empresa, a ideia é oferecer uma opção mais prática para o consumidor.

Hoje, as embalagens de 250ml ou menores representam 40% das marcas de bebidas gasosas da Coca-Cola. E as minilatas e outras embalagens pequenas compõem 15% das bebidas gasosas da companhia comercializadas na América do Norte.

De acordo com a empresa, as vendas de embalagens menores também aumentam quando os consumidores optam por reduzir a ingestão de açúcar. Nos Estados Unidos, as vendas de minilatas de Coca-Cola tiveram um índice de aumento de dois dígitos desde que foram lançadas, em 2007.

“Embalagens de 250ml ou menores
representam 40% das marcas de bebidas gasosas da Coca-Cola”

Segundo dados divulgados pela Coca-Cola, este ano, a procura por minilatas na América do Norte cresceu 6,6% em relação ao ano passado. “A procura do consumidor por embalagens menores, exclusivas, é uma tendência inegável”, diz Sandy Douglas, presidente da Coca-Cola América do Norte.

A redução de embalagens de latas de alumínio para bebidas também está presente no mercado brasileiro. A Abralatas (Associação Brasileira de Latas de Alumínio para Bebidas) estima que hoje as novas opções de tamanhos e formatos têm uma participação de cerca de 25%. Uma porcentagem significativa já que há poucos anos a lata tradicional de 350ml representava quase 100% do mercado.

A opção por embalagens menores também cresce no segmento de cartonadas assépticas. Pesquisa global realizada pela Tetra Pack aponta que a demanda por produtos menores deve atingir 72 bilhões de litros até 2019 (10% do volume atual), o que reflete nos recentes lançamentos  da empresa: assépticas cartonadas de 200 ml e 250 ml.

Cervejaria segue tendência e aposta em lata de alumínio

Empresa catarinense, pioneira em cerveja artesanal no País, espera conquistar novos consumidores com a estreia de novas embalagens

​​​A cerveja Schornstein Imperial IPA, vencedora da medalha de ouro no Concurso Brasileiro da Cerveja, agora é comercializada exclusivamente em latinhas de alumínio de 473ml, seguindo tendência nacional e internacional. Esse é o primeiro investimento da empresa catarinense, sediada na cidade de Pomerode, nesse novo formato de embalagem.

Os consumidores também já podem encontrar em supermercados, empórios e restaurantes a Schornstein Soul em latas de 350ml que, segundo a empresa, chega ao mercado com o desafio de conquistar aqueles que ainda não conhecem a cerveja artesanal da marca.

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De acordo com o diretor executivo da marca, Adilson Altrão, a Schornstein Soul é um lançamento estratégico para a cervejaria. “Nós estamos há 11 anos nesse mercado e acreditamos que, com a quantidade e qualidade dos estilos disponíveis, agora é hora de buscar novos adeptos à cerveja artesanal. A Soul é uma cerveja que mantém as características de qualidade e preocupação com o sabor das nossas demais receitas, porém é mais leve”, comenta.

A Schornstein Soul integra o portfólio da marca, que conta com oito rótulos em embalagens para o consumidor e 10 itens na pressão. Hoje são cerca de 2,7 mil pontos de vendas em todos os estados brasileiros.

Agite a latinha antes de beber

Inovação promete cerveja de colarinho cremoso e espesso, basta agitar a embalagem e despejar a bebida no copo

A cervejaria paranaense Maniacs Brewing lança uma cerveja que promete um colarinho cremoso. Para conseguir esse efeito, basta agitar a latinha, antes de abrir, e despejar a cerveja em um copo. Com isso pequenas bolhas de nitrogênio se formam lentamente, de baixo para cima, compondo um colarinho espesso e duradouro.

O segredo está na maneira de envasar a cerveja na latinha de alumínio, que recebe, além do líquido, nitrogênio. De acordo com a cervejaria, o envase com nitrogênio líquido e baixa concentração de gás carbônico é responsável pela formação de uma cascata de cerveja que vai, aos poucos, se separando em líquido e colarinho, deixando na boca a sensação de uma cerveja muito mais cremosa do que a habitual.

Lata Pitú em ritmo de Rock

Cachaçaria lança embalagem de alumínio com layout oficial do Abril pro Rock 2017 que acontece no Nordeste

A cachaça Pitú vai marcar presença no Abril pro Rock 2017, levando ao evento a bebida em uma lata de alumínio especial. A embalagem tem design personalizado e utiliza a ilustração oficial do evento que acontece nos próximos dias 28 e 29, no Classic Hall, em Olinda (PE).

A cachaçaria produziu três milhões de unidades da embalagem de 350 mililitros. O layout da lata especial foi adaptado pela agência Extra Comunicação.

Segundo a empresa, a latinha do Abril pro Rock é bastante esperada pelos colecionadores de produtos da marca, que todos os anos lança embalagens personalizadas para o festival e também para datas comemorativas como Carnaval, São João e Réveillon.

TNT cria lata de alumínio fashion

Rótulo customizado leva bebida energética à passarela da moda em São Paulo

Para marcar presença na 43a edição da São Paulo Fashion Week, a marca de energéticos TNT, do Grupo Petrópolis, criou uma lata de alumínio customizada para o evento. O desenvolvimento da edição especial do rótulo utiliza os diferenciais de impressão da latinha para bebidas, que permitem a aplicação de artes diversificadas e tintas especiais.

Em quatro cores, as embalagens em verniz fosco apresentam design moderno e sofisticado para atender o público que frequenta o evento anual, que nesta edição reúne as criações de diversos estilistas entre os dias 13 e 17 de março.

As cores vermelha, branca, laranja e verde diferenciam os sabores original, original zero açúcar, tangerina e maça verde, em embalagens de 269 ml.

Os rótulos também destacam a assinatura conceitual “PODE VIR”, adotada pelo energético no ano passado, com foco no posicionamento de superação e resistência.