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Lata de alumínio inova mercado de água gaseificada

Bebida com aromas naturais chega aos consumidores brasileiros em latas sleek de 310ml

A Coca-Cola Brasil resolveu trazer ao país um tipo de bebida que já faz sucesso nos Estados Unidos e na Europa: água gaseificada com aromas naturais. E a companhia escolheu a lata de alumínio como uma das opções de embalagem da novidade.

“A empresa entende que é preciso oferecer ao consumidor não só produtos, mas também embalagens que atendam às suas diferentes necessidades e ocasiões de consumo”, explica Rafael Prandini, diretor de Marketing da Coca-Cola Brasil.

A Crystal Sparkling chegou ao mercado nos sabores limão e camomila, e tangerina e capim-limão, em latas sleek de 310ml. “A marca Crystal sempre investiu em ações para incentivar os brasileiros a se hidratarem. Crystal Sparkling é um grande marco porque apostamos na inovação e vamos oferecer ao consumidor uma bebida mais simples e leve que usa as propriedades da água, mas com um leve sabor e só com dois ingredientes. É um lançamento focado nas necessidades das pessoas que promete repetir o sucesso que já alcançamos em outros países”, afirma Prandini.

“Água na latinha foi desenvolvida por equipe multidisciplinar”

Uma especialista em gastronomia, um mestre em plantas e ervas, um pesquisador de bebida, uma aromaterapeuta e um bartender integraram o grupo de profissionais responsável por criar a bebida, que não leva açúcar, adoçantes ou conservantes.

De acordo com Prandini, a Crystal Sparkling quer se posicionar como uma nova opção para os consumidores que buscam hidratação e refrescância sem abrir mão da saúde, naturalidade e um toque de sabor.

O novo produto está disponível no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, e Mato Grosso do Sul.

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Lata de alumínio acompanha evolução da cerveja artesanal

Novos rótulos em latinhas dividem gôndolas dos supermercados com as tradicionais garrafas de vidro

De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em 2016, o número de cervejarias artesanais cresceu 39,6%. Hoje a produção da categoria é estimada em 124 milhões de litros por ano. E a expectativa é que esse percentual aumente para 9% até 2022.

Esse cenário de expansão vem incrementando o uso da lata de alumínio para bebidas, em substituição às tradicionais garrafas de vidro originalmente adotadas pela produção artesanal. Ao lançarem novos rótulos, os fabricantes estão optando pela latinha, como é o caso da Cervejaria Pratinha, com sede em Ribeirão Preto (SP). A empresa acaba de lançar cervejas artesanais em latas de 473 ml. Os dois primeiros rótulos são a Pratipa e a Darkmoon.

“Participação da bebida artesanal no mercado cervejeiro pode dobrar em cinco anos”

Em dezembro de 2015, a cervejaria Dádiva, localizada em Várzea Paulista (SP), lançou seu primeiro rótulo, Venice Beach de 350 ml, com a nova embalagem. Em fevereiro de 2016, foi a vez da marca de cervejas artesanais Dona Mathilde Beer, de Itatiba (SP), lançar a German Premium Lager, cerveja gourmet,  em lata de 350ml.

Desde o início de 2017, as garrafas de vidro das cervejas artesanais Birits, Cacildis, Ditriguis e Forévis tiveram que abrir espaço nas gôndolas dos supermercados para as novas embalagens de alumínio de 350ml, que trazem o estilo descontraído da cervejaria Ampolis, inaugurada no Rio de Janeiro em 2013 em homenagem ao músico e humorista Mussum, o brasileiro Antônio Carlos Bernardes Gomes.

Em junho, foi a vez das cervejas catarinenses Schornstein Imperial IPA Schornstein Soul começarem a ser comercializadas em latinhas de 473 ml e 350ml.

Esses são alguns lançamentos que demonstram o crescimento do uso da lata de alumínio no segmento das cervejas artesanais, que promete dobrar sua participação no mercado nacional nos próximos anos. “Hoje, o Brasil é o terceiro mercado de cerveja no mundo. O segmento artesanal representa 1,5%. Mas a estimativa é que chegue a 3% em cinco anos. A mesma coisa vale para as cervejarias. O crescimento está muito acelerado. Hoje, nós temos 400 lojas de cervejarias no país, e a expectativa é que em cinco anos esse número dobre, chegando a 800 unidades”, afirma o diretor do Mestre-Cervejeiro.com, Daniel Wolff.

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Redução de embalagens atende mudança de consumo de bebidas

Para atender novas preferências dos consumidores, indústria de bebidas reduz formatos de latinhas de alumínio

O consumo regular de refrigerantes e sucos artificiais vem caindo ano a ano entre a população brasileira. Segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada em abril pelo Ministério da Saúde, nos últimos nove anos a queda foi significativa, passando de 30,9% em 2007 para 16,5% em 2016. Entre os homens, o índice passou de 35,7% para 19,6% no período e, entre as mulheres, de 26,9% para 13,9%.

Uma tendência que leva os fabricantes de bebidas a traçarem novas estratégias para atender às necessidades dos consumidores, seja em relação ao consumo de menor quantidade de açúcar ou à busca por praticidade.

A Coca-Cola Brasil, por exemplo, acaba de abandonar as latas de alumínio de 350ml para os sucos da marca Del Valle. Agora a bebida será oferecida apenas em latas de 290ml. E a inovação atinge toda a linha de sabores do Del Valle Néctar: uva, uva light, pêssego, pêssego light, goiaba, manga e maracujá. Segundo a empresa, a ideia é oferecer uma opção mais prática para o consumidor.

Hoje, as embalagens de 250ml ou menores representam 40% das marcas de bebidas gasosas da Coca-Cola. E as minilatas e outras embalagens pequenas compõem 15% das bebidas gasosas da companhia comercializadas na América do Norte.

De acordo com a empresa, as vendas de embalagens menores também aumentam quando os consumidores optam por reduzir a ingestão de açúcar. Nos Estados Unidos, as vendas de minilatas de Coca-Cola tiveram um índice de aumento de dois dígitos desde que foram lançadas, em 2007.

“Embalagens de 250ml ou menores
representam 40% das marcas de bebidas gasosas da Coca-Cola”

Segundo dados divulgados pela Coca-Cola, este ano, a procura por minilatas na América do Norte cresceu 6,6% em relação ao ano passado. “A procura do consumidor por embalagens menores, exclusivas, é uma tendência inegável”, diz Sandy Douglas, presidente da Coca-Cola América do Norte.

A redução de embalagens de latas de alumínio para bebidas também está presente no mercado brasileiro. A Abralatas (Associação Brasileira de Latas de Alumínio para Bebidas) estima que hoje as novas opções de tamanhos e formatos têm uma participação de cerca de 25%. Uma porcentagem significativa já que há poucos anos a lata tradicional de 350ml representava quase 100% do mercado.

A opção por embalagens menores também cresce no segmento de cartonadas assépticas. Pesquisa global realizada pela Tetra Pack aponta que a demanda por produtos menores deve atingir 72 bilhões de litros até 2019 (10% do volume atual), o que reflete nos recentes lançamentos  da empresa: assépticas cartonadas de 200 ml e 250 ml.

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Cervejaria segue tendência e aposta em lata de alumínio

Empresa catarinense, pioneira em cerveja artesanal no País, espera conquistar novos consumidores com a estreia de novas embalagens

​​​A cerveja Schornstein Imperial IPA, vencedora da medalha de ouro no Concurso Brasileiro da Cerveja, agora é comercializada exclusivamente em latinhas de alumínio de 473ml, seguindo tendência nacional e internacional. Esse é o primeiro investimento da empresa catarinense, sediada na cidade de Pomerode, nesse novo formato de embalagem.

Os consumidores também já podem encontrar em supermercados, empórios e restaurantes a Schornstein Soul em latas de 350ml que, segundo a empresa, chega ao mercado com o desafio de conquistar aqueles que ainda não conhecem a cerveja artesanal da marca.

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De acordo com o diretor executivo da marca, Adilson Altrão, a Schornstein Soul é um lançamento estratégico para a cervejaria. “Nós estamos há 11 anos nesse mercado e acreditamos que, com a quantidade e qualidade dos estilos disponíveis, agora é hora de buscar novos adeptos à cerveja artesanal. A Soul é uma cerveja que mantém as características de qualidade e preocupação com o sabor das nossas demais receitas, porém é mais leve”, comenta.

A Schornstein Soul integra o portfólio da marca, que conta com oito rótulos em embalagens para o consumidor e 10 itens na pressão. Hoje são cerca de 2,7 mil pontos de vendas em todos os estados brasileiros.

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Agite a latinha antes de beber

Inovação promete cerveja de colarinho cremoso e espesso, basta agitar a embalagem e despejar a bebida no copo

A cervejaria paranaense Maniacs Brewing lança uma cerveja que promete um colarinho cremoso. Para conseguir esse efeito, basta agitar a latinha, antes de abrir, e despejar a cerveja em um copo. Com isso pequenas bolhas de nitrogênio se formam lentamente, de baixo para cima, compondo um colarinho espesso e duradouro.

O segredo está na maneira de envasar a cerveja na latinha de alumínio, que recebe, além do líquido, nitrogênio. De acordo com a cervejaria, o envase com nitrogênio líquido e baixa concentração de gás carbônico é responsável pela formação de uma cascata de cerveja que vai, aos poucos, se separando em líquido e colarinho, deixando na boca a sensação de uma cerveja muito mais cremosa do que a habitual.

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Lata Pitú em ritmo de Rock

Cachaçaria lança embalagem de alumínio com layout oficial do Abril pro Rock 2017 que acontece no Nordeste

A cachaça Pitú vai marcar presença no Abril pro Rock 2017, levando ao evento a bebida em uma lata de alumínio especial. A embalagem tem design personalizado e utiliza a ilustração oficial do evento que acontece nos próximos dias 28 e 29, no Classic Hall, em Olinda (PE).

A cachaçaria produziu três milhões de unidades da embalagem de 350 mililitros. O layout da lata especial foi adaptado pela agência Extra Comunicação.

Segundo a empresa, a latinha do Abril pro Rock é bastante esperada pelos colecionadores de produtos da marca, que todos os anos lança embalagens personalizadas para o festival e também para datas comemorativas como Carnaval, São João e Réveillon.

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TNT cria lata de alumínio fashion

Rótulo customizado leva bebida energética à passarela da moda em São Paulo

Para marcar presença na 43a edição da São Paulo Fashion Week, a marca de energéticos TNT, do Grupo Petrópolis, criou uma lata de alumínio customizada para o evento. O desenvolvimento da edição especial do rótulo utiliza os diferenciais de impressão da latinha para bebidas, que permitem a aplicação de artes diversificadas e tintas especiais.

Em quatro cores, as embalagens em verniz fosco apresentam design moderno e sofisticado para atender o público que frequenta o evento anual, que nesta edição reúne as criações de diversos estilistas entre os dias 13 e 17 de março.

As cores vermelha, branca, laranja e verde diferenciam os sabores original, original zero açúcar, tangerina e maça verde, em embalagens de 269 ml.

Os rótulos também destacam a assinatura conceitual “PODE VIR”, adotada pelo energético no ano passado, com foco no posicionamento de superação e resistência.

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Tecnologia de impressão sob medida para as latinhas

Dry Offset tem exclusividade de mercado desde a fabricação da primeira lata de alumínio para bebidas, em 1963 

A impressão de rótulo em toda superfície cilíndrica, com cores variadas e tintas especiais, faz da lata de alumínio para bebidas uma embalagem que alia criação de design customizado e produção em grande escala. Diferenciais alcançados através do sistema de impressão Dry Offset – Rotativo – Indireto.

Antes de 1963, quando todas as latas para bebidas ainda eram fabricadas com folha de flandres (aço), a impressão acontecia sobre a folha de metal plana, e somente depois a lata era formatada. A partir da produção das primeiras latinhas de alumínio, pela Reynolds Metals Co., nos Estados Unidos, é que o sistema Dry offset foi desenvolvido, permitindo a impressão de todas as cores simultaneamente, em um único giro de 360ᵒ, com  aumento de velocidade e melhoria de qualidade.

“A lata de alumínio para bebidas é impressa em formato de copo – não em uma chapa de metal plana. Essa característica limita bastante as tecnologias de impressão, já que todos ou a maioria dos equipamentos, como os de Flexografia, desenvolvidos e usados atualmente, consideram a embalagem plana”, explica João André Villas-Boas, supervisor de Desenvolvimento de Rótulos da fabricante de latas de alumínio Ball.

“Apenas um equipamento imprime mais de 2 mil latas por minuto, em um giro de 360ᵒ”

O aperfeiçoamento dos equipamentos ao longo dos anos, com melhoria de qualidade e principalmente velocidade, permite que a impressão da lata de alumínio seja uma referência em relação a produção em escala, sendo que um único equipamento chega a imprimir entre 2 mil a 2,5 mil latinhas por minuto, para atender uma produção mundial que ultrapassa 200 bilhões de unidades/ano.

Além desse diferencial produtivo, as inovações de aplicação de efeitos especiais são contínuas, como explica o supervisor da Ball: “Trabalhamos com impressão em verniz fosco, para dar a impressão de que a lata está gelada na gôndola; verniz táctil, que confere efeito especial ao toque em função de rugosidade em determinada área da lata; tinta UV, de modo que a lata brilhe no escuro quando exposta à luz ultravioleta; tinta termo crômica, que muda de cor quando a bebida fica gelada e pronta para o consumo; high definition, oferecendo impressão em alta qualidade fotográfica em toda a área externa da embalagem; e DynamarkTM, que surgiu no Brasil e é a impressão de múltiplas artes por palete de lata”.

Para Villas-Boas, o domínio da  tecnologia Dry Offset na impressão das latinhas é um desafio para os fabricantes de equipamentos de impressão, já que exige o desenvolvimento de um sistema que substitua o atual com o mesmo nível de qualidade e, principalmente, alta capacidade de produção.

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Anéis coloridos para latas made in Brasil

Novelis produz bobinas coloridas de alumínio com lotes mínimos de 2 a 3 toneladas por cor para embalagens 

A Novelis traz para o Brasil a produção de anéis coloridos para latas de alumínio para bebidas. Até então disponível apenas no mercado internacional, o produto passa a ser fabricado no País nas cores vermelha, verde, azul e laranja.

Uma das vantagens é a flexibilidade do lote mínimo comercializado. De acordo com Fernando Wongtschowski, gerente de Marketing da Novelis América do Sul, na pintura é utilizado um sistema inovador com verniz a base de água e concentrados coloridos, o que possibilita a fabricação de lotes mínimos menores por cor.

“Produção nacional beneficia campanhas promocionais de edições limitadas”

“Os lotes mínimos são uma novidade e um diferencial. A Novelis pode oferecer lotes de 2 a 3 toneladas por cor, enquanto que produtores em outras regiões fornecem lotes maiores, entre 5 e 10 toneladas, vinculados à compra de outros produtos, por conta da necessidade de consolidação do frete.”, explica Wongtschowski.

Para o gerente, essa inovação no mercado nacional garante melhor atendimento aos clientes em campanhas promocionais, nas quais são produzidos volumes reduzidos de latas para atender edições limitadas.

“A cor e a personalização da lata ajudam as marcas a se diferenciarem nas gôndolas e a caracterizarem diferentes famílias de produtos. Sem dúvida, a cor fornece uma característica “premium” ao produto”, avalia Wongtschowski.