Mercado projeta aumento de consumo de flexíveis de alumínio

Nos segmentos de alimentos e bebidas, crescimento pode atingir 1,4% ao ano

Nos últimos 10 anos, o consumo de embalagens flexíveis de alumínio nos segmentos de alimentos e bebidas registrou um aumento médio de 25% e deverá crescer cerca de 1,4% por ano até 2021, segundo Graham Wallis, CEO da Datamark, empresa especializada em dados do mercado de embalagens.

Wallis relaciona a utilização desse tipo de embalagem a seus diferenciais: “O alumínio atribui à embalagem barreira à luz, ao oxigênio e à umidade, aumenta o tempo de armazenamento do produto, reduz o peso da embalagem  e torna o consumo mais seguro. A inclusão de folha de alumínio pode até triplicar o tempo de prateleira de um produto”.

As flexíveis de alumínio são adotadas por uma grande variedade de marcas de alimentos e bebidas envasados em embalagens cartonada asséptica, pouch, sachê, stick pack, strip, além de tubo laminado (bisnaga) e tampas.

A folha de alumínio também está presente nas embalagens dos produtos farmacêuticos, oferecendo segurança e praticidade aos consumidores de medicamentos. Uma vez que blisters, bisnagas e outras embalagens flexíveis impedem qualquer alteração do produto e os blisters ainda permitem o fracionamento de comprimidos sem qualquer risco de contaminação.