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Inovação traz mais praticidade à cozinha

Wyda lança folhas de alumínio já cortadas no tamanho 27cm X 30 cm, para atender dona de casa e mercado de food service

Tanto chefs profissionais quanto amadores já conhecem as muitas vantagens de usar papel alumínio na cozinha. O que nem sempre é muito fácil, porém, é cortar o produto no tamanho ideal para o uso, e foi pensando nisso que a Wyda acaba de trazer ao mercado o “Embrulha Fácil”.

Trata-se de um cartucho com unidades de papel alumínio já cortadas no tamanho 27cm X 30 cm. A novidade torna muito mais fácil embalar os alimentos, além de ser mais resistente. A superfície contém nervuras, como resultado do processo de grofagem. Sua embalagem ainda traz várias sugestões de uso e diversos tipos de aplicações do produto, que tem picote no centro para facilitar a retirada das folhas.

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Lanches, carnes, aves, peixes, burritos, wraps, frutas, espetinhos de churrasco, assados em geral, frutas, hot dogs. São muitos os alimentos consumidos no dia a dia que, de acordo com a fabricante, podem ser embalados com o “Embrulha Fácil”.

O lançamento está à venda em cartuchos com 25 unidades, acondicionados em caixas de embarque com 24 cartuchos cada, e na versão com 250 unidades, acondicionada em caixas de embarque com 12 cartuchos cada.

“Lançamos duas versões para podermos atender tanto a dona de casa quanto o mercado food service”, explica Cadu Migliorini, responsável pelo marketing do Grupo Wyda. “Esse tipo de produto já é muito usado nos Estados Unidos, onde é chamado de pop-up foil sheets.”

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Índice de reciclagem da latinha reflete mudança de mentalidade

Ao manter a liderança no ranking de reutilização do alumínio da lata para bebidas, Brasil evolui em práticas sustentáveis

O mais recente Índice Nacional de Reciclagem de Latas de Alumínio mostrou que o Brasil continua no caminho certo: em 2016, o país reciclou 97,7% do produto, o que o mantém entre os líderes mundiais no quesito.

Divulgados pela ABAL e pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), em outubro, os dados mostram que das 286,6 mil toneladas disponíveis no mercado, cerca de 280 mil passaram pelo processo de reciclagem. Além dos benefícios ao meio ambiente, a reciclagem de latas representou cerca de R$947 milhões injetados na economia nacional no ano passado.

Os bons índices têm colocado o Brasil entre os melhores em reciclagem de latas de alumínio desde 2001, mas o que isso significa na prática? Ainda há espaço para avanços? A maneira das empresas enxergarem a questão mudou realmente ou um trabalho de conscientização ainda se faz necessário?

Para Maria Zulmira de Souza, consultora em comunicação estratégica para sustentabilidade, “as empresas se deram conta de que não podem ficar jogando fora uma matéria-prima nobre como o alumínio. Não faz sentido se desfazer de um material que já teve um alto custo para a produção da embalagem”.

“A reciclagem de latas de alumínio representou cerca de R$947 milhões injetados na economia nacional em 2016”

A consultora coloca o Brasil em uma fase de transição: há empresas e consumidores que veem a reciclagem somente como uma obrigação e outras que já perceberam a real importância da questão e as tem como parte de sua cultura.

“As empresas que fazem relatórios específicos sobre sustentabilidade estão em número cada vez maior”, diz a consultora. “Quem hoje procura somente cumprir a legislação está defasado. É ótimo termos um índice de reciclagem de latinhas tão bom. Mas, para continuarmos a avançar, precisamos estar atentos, por exemplo, ao índice de reciclagem de outros materiais também”, acredita Zulmira.

Presidente-executivo da Abralatas, Renault Castro ressalta que o índice de 97,7% é ainda mais notável porque, em países com índices superiores como Finlândia e Alemanha, a reciclagem é obrigatória, diferente do Brasil. “Além disso, eles produzem um volume de latinhas consideravelmente menor que o nosso. Isso significa que nosso índice tem um valor ainda maior, por se tratar de um descarte voluntário, com uma abordagem social”.

Para Castro, o maior desafio está em manter esse índice. “Para isso, precisamos manter o sistema de compras, de avaliação de preços de mercado, aumentar os postos de coleta e melhorar a comunicação entre as cooperativas para que elas ganhem em eficiência e produtividade.”

 

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Indústria 4.0 revoluciona os processos produtivos

Em entrevista ao portal Embalagens de Alumínio, Mirelle Orpinelli, gerente regional de Desenvolvimento de Mercado Beauty + Home da Aptar para a América Latina, empresa multinacional especializada em sistemas de dispensadores de embalagens, destaca as inovações geradas pela Quarta Revolução Industrial.

 

Embalagens de Alumínio – Como pode ser definida a indústria 4.0?

Mirelle Orpinelli – De forma resumida, é um conceito que abrange as principais inovações tecnológicas nos campos de controle, automação e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. Processos que têm se tornado cada vez mais customizáveis, autônomos e eficientes. O fundamento básico implica que, conectando máquinas, sistemas e ativos, as empresas podem criar redes inteligentes ao longo de toda a cadeia produtiva para controlar módulos de forma autônoma.

A Indústria 4.0, também conhecida como “manufatura avançada” (ou “Quarta Revolução Industrial”), está modernizando todo o processo produtivo com a introdução de tecnologias como Internet das Coisas (IoT, em inglês), digitalização, Big Data e virtualização. Já é uma realidade em diversos países, e, de certa forma, também no Brasil. Como resultado, está sendo possível detectar e eliminar falhas, diminuir perdas através de equipamentos automatizados que “conversam” entre si. É uma transformação sem precedentes. Sobretudo de “mindset”.

 

EA – Podemos chamá-la de indústria da era da internet?

MO – Sim. É um termo bastante apropriado. Porque o conceito abrange uma “combinação” de serviços avançados de conectividade e automação, computação em nuvem, sensores e impressão 3D, algoritmos inteligentes e Internet das Coisas, para transformar negócios.

 

EA – O que muda no processo produtivo, quais as vantagens?

MO – As fábricas inteligentes têm a capacidade e a autonomia para agendar manutenções, prever falhas nos processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na produção, por exemplo. Essas são algumas evoluções que vêm agregando ao processo produtivo.

Para as indústrias, este modelo propicia economia de insumos, de energia, além de monitoramento remoto de equipamentos. Hoje, já existem plantas 100% robotizadas e que contam com pouquíssimos profissionais na linha de produção, porém altamente qualificados. É o caso, por exemplo, das indústrias automotiva, da moda, bens de consumo e também de embalagens. Vários mercados estão sendo demandados a criar produtos cada vez mais personalizados, permitindo que os clientes, de forma remota, “integrem” o processo de fabricação. O método de impressão 3D é um ótimo exemplo que vem sendo utilizado para acelerar pequenas produções, especialmente “edições limitadas.”

 

EA – E para os consumidores, quais os benefícios?

MO – Conhecer a origem da matéria-prima que compõe o produto, ter a opção de customizá-lo à distância, via internet, e acompanhar o trajeto da entrega são algumas das possibilidades da indústria 4.0 para os consumidores finais. A introdução dessas novas tecnologias propicia uma interface direta com a empresa, possibilitando que ele, o consumidor, possa verbalizar as suas preferências por produtos altamente customizáveis. Esse novo modelo produtivo consegue antecipar demandas, já que são os clientes que definem o que vai ser consumido.

 

EA – Quais os impactos para o segmento de embalagens?

MO – Essas transformações estão causando profundos impactos em diversos mercados, sobretudo no modo como os produtos são manufaturados. Especificamente no segmento de embalagens, a indústria está focada no estabelecimento de processos cada vez mais inovadores, personalizados e de altíssimo valor agregado, criando produções em redes mais precisas, de baixo custo e permitindo customizações com alta velocidade. A era digital está demandando embalagens diferenciadas e cada vez mais resistentes, que sejam fortes o suficiente para, por exemplo, suportar o envio pelos Correios.

Na Aptar, contamos com um comitê mundial de marketing e de desenvolvimento focado exatamente nessa questão, que lança no mercado global embalagens que atendam a essa demanda. Os nossos sistemas também já contemplam os diferentes estágios de processamento com preenchimento, fechamento e rotulagem do dispenser, conforme a necessidade do cliente. Inserimos e removemos especificações de modo simples. Desta forma, a nossa linha de produção passa a ser facilmente ajustada a diferentes formatos de produtos e de acordo com requisitos especiais.

 

EA – Qual o atual estágio de desenvolvimento da indústria 4.0 no mercado internacional?

MO – A digitalização está modernizando indústrias diversas ao redor do mundo. Já é uma realidade, podemos dizer, consolidada em países como Alemanha (berço do conceito de Indústria 4.0, a propósito) e Estados Unidos, porque existem grandes projetos e iniciativas com a participação da iniciativa privada e dos órgãos governamentais. Nos Estados Unidos, por exemplo, foi criada uma organização sem fins lucrativos chamada “Smart Manufacturing Leadership Coalition” para mostrar, com a ajuda de pesquisas, os benefícios da manufatura avançada e facilitar a sua adoção.

 

EA – O Brasil já está preparado para a indústria 4.0?

MO – Muitas indústrias brasileiras já automatizaram seus processos, mas ainda não é possível dizer que alcançamos a plenitude da manufatura digital. Investir em inovação e em educação é uma das principais formas de reverter o cenário, até mesmo para aumentar a compreensão do que é digitalização. Existem empresas e universidades trabalhando em torno da indústria 4.0, mas, segundo especialistas, o movimento ainda é disperso.  De acordo com um estudo publicado pela PwC, apenas 9% das empresas brasileiras se classificam como avançadas em níveis de digitalização. Para competir globalmente, a indústria nacional deve aumentar sua produtividade e sua participação na própria economia. Disposição e vontade não faltam, mas o Brasil precisa ousar para dar um salto de desenvolvimento e entrar de vez na nova era da indústria 4.0.

EA – A indústria de embalagens no Brasil está preparada para a indústria 4.0?

MO – A última edição da Fispal Tecnologia, Feira Internacional de Tecnologia para as Indústrias de Alimentos e Bebidas, que aconteceu recentemente no final de junho, demonstrou algumas tecnologias que vêm sendo aplicadas aos processos produtivos no âmbito da Indústria 4.0. Na ocasião, o consultor em Inovação Tecnológica Paulo Roberto dos Santos colocou que “Estamos vivendo o momento certo para a instalação da Indústria 4.0, por conta da perspectiva de retomada de crescimento do mercado, para fidelização de clientes e personalização do produto, de acordo com as exigências do consumidor. Agora é a vez da indústria mudar, pois o consumidor já está na era 4.0”, disse ele.

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Flexíveis levam a marca da inovação

Stand-up pouch evolui para ampliar propriedade de conveniência das embalagens flexíveis para alimentos

Ao substituir as embalagens rígidas, as flexíveis ganham inovações que reforçam a praticidade dessas embalagens em relação aos dispensadores de alimentos. O que traz à indústria a possibilidade de aperfeiçoar as embalagens stand-up pouch já disponíveis ao consumidor.

Essa evolução pode ser exemplificada pelos incrementos adotados pela Catupiry Alimentos. Depois de adotar a stand-up pouch de 250 gramas, em 2010, para a marca de requeijão na versão culinária, a empresa adotou, em 2015, o mesmo tipo de embalagem na ampliação da linha que passou oferecer ao consumidor quatro sabores: Cheddar, Quatro Queijos, Alho Poró e Tomate Seco.

Neste ano, a linha se consolidou no mercado após com o lançamento da bolsa flexível, que tem a conveniência de se manter em pé, dotada de bico aplicador com tampa. Segundo a empresa, a inclusão desse facilitador, no segundo semestre de 2016, partiu de demandas explicitadas por clientes e de sugestões recebidas por meio do serviço de atendimento ao consumidor.

 

img-interna-mat-catupiryDe acordo com a Catupiry Alimentos, a mudança não exigiu custos adicionais, além dos relativos à inclusão do dispensador, já que os equipamentos para enchimento da embalagem e o material para o armazenamento dos produtos são os mesmos usados na stand-up pouch que inaugurou a linha de requeijão.

A empresa destaca que a novidade foi muito bem recebida pelo varejo e pelo consumidor final, porque a nova embalagem aumentou a percepção de qualidade junto ao público e reforçou a sua funcionalidade para uso culinário.

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Dadinho mantém tradição de embalagem há 60 anos

Doce de amendoim lançou a embalagem metalizada no Brasil, em comemoração ao IV Centenário da cidade de São Paulo

 Há mais de seis décadas, o Dadinho acompanha gerações de consumidores de doces. Lançado em janeiro de 1954, surgiu em homenagem ao aniversário do IV Centenário da cidade de São Paulo. Em formato de dado e feito à base de amendoim, o Dadinho inovou ao lançar a primeira embalagem prata metalizada do país. E por coincidência, ou não, as comemorações dos 400 anos de São Paulo foram marcadas por uma chuva de prata de papéis quadriculados jogados do céu por aviões.

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Lançado com o nome IV Centenário, o doce produzido pela empresa Dizioli passou a chamar Dadinho, apelido dado pelos consumidores, devido ao seu formato, e posteriormente adotado pela empresa. Hoje fabricado pela Bono Gusto, o Dadinho mantém a mesma embalagem do lançamento, devido às propriedades do alumínio.

“Há seis décadas a embalagem de alumínio ajuda a aumentar o tempo de validade do Dadinho” 

Além da estética, a empresa justifica a utilização da embalagem metalizada tradicional: “Queremos garantir a integridade do produto. O alumínio é uma verdadeira barreira contra luz, oxigênio, umidade, odor e impurezas externas, o que evita contaminação e aumenta a vida útil do produto”, explica Anderson Siqueira, diretor de Marketing da Bono Gusto.

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Superbom amplia portfólio com sucos em caixinha

Empresa opta pelas cartonadas assépticas para impulsionar participação no segmento de bebidas

As embalagens cartonadas assépticas são aliadas em estratégias de ampliação de mercado para fabricantes de bebidas sem conservantes. Entre eles está a Superbom, que comercializa em todo o país sucos de frutas naturais envasados em caixas longa vida.

“Embalagens dispensam conservantes,
são inquebráveis e facilitam o transporte para todo o país”

Ao justificar a opção, Cristina Ferreira, gerente industrial da Superbom, destaca que esse tipo de embalagem facilita o acesso a estabelecimentos que não podem trabalhar com embalagens quebráveis. A gerente cita o exemplo das escolas e destaca os diferenciais das cartonadas assépticas: “São modernas, práticas e atendem os mais variados pontos de vendas, devido sua versatilidade e facilidade de conservação do produto”, opina.

A linha de sucos Glug’s Superbom, segundo Cristina, não contem aditivos químicos ou conservantes. Os aromas utilizados nas formulações são naturais e não contêm corantes artificiais. A gerente explica que os sucos são focados, em especial, no público infantil, com o objetivo de oferecer uma opção de bebida saudável.

As cartonadas assépticas  garantem a conservação natural dos sucos, devido à presença do alumínio em sua composição,  e a disponibilidade em todo o país, pois dispensam sistemas de transporte e conservação diferenciados.

“Esse tipo de ambalagem ainda facilita a criação do design,  pois tem um ótimo painel frontal, mantendo uma excelente comunicação com o consumidor. Podemos explorar a embalagem como um todo, o que proporciona ótima comunicação visual nos pontos de vendas”, conclui.

A linha glug’s é comercializada em embalagens de 200ml, nos sabores Maracujá, Uva, Maca, Pêssego e Tangerina.

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Sachê inova embalagens de cosméticos e cremes

Bolsa de alumínio plana transportável protege produtos de cuidados pessoais, valoriza marcas e traz praticidade aos consumidores

A indústria de produtos de cuidados pessoais acaba de ganhar uma opção inovadora de embalagem flexível para envasar cosméticos, protetor solar, cremes para cabelos, corpo e mãos e gel antisséptico. A Aptar, distribuidora de embalagens para os mercados de beleza, cuidados pessoais e com a casa, acaba de lançar o Proteo, um sachê transportável com tampa acionada no sistema vaivém. Com capacidade de conteúdo de 40ml a 60 ml, a bolsa de alumínio plana, que contém fecho rígido de polipropileno, garante barreira segura contra luz e gases e traz comodidade aos consumidores.

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Com design moderno, o Proteo pode ser levado para qualquer lugar, além de ser fácil de abrir e fechar. “O sachê permite o fechamento seguro da embalagem após o uso, é dobrável e pode ser utilizado até a última gota, sem desperdício dos produtos. A inovação atende a demandas dos consumidores, detectadas em pesquisa, que apontou a necessidade de uma embalagem alternativa aos frascos de maior volume que dificultam o uso de produtos de cuidados pessoais fora de casa”, explica Mirelle Orpinelli, coordenadora de mercado da fabricante.

Além de atributos como alta proteção às propriedades de produtos vulneráveis à ação ambiente de áreas de armazenamento e exposição em pontos varejistas, Mirelle destaca a adequação do Proteo a iniciativas promocionais, pelo fato de a embalagem aliar dimensões reduzidas a amplos espaços (na frente e no verso) para divulgação da marca e inserção de instruções aos usuários.

Devido à flexibilidade e leveza, propriedades oferecidas pelo alumínio, toda a cadeia de suprimentos é impactada de forma sustentável, já que o sachê Proteo exige menor espaço para armazenamento e reduz o custo de transporte.

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Retortables ganham destaque nas gôndolas

Embalagens retortables flexíveis garantem vida longa a alimentos prontos e promovem marcas

Ideais para a aplicação do processo retort, esterilização em autoclave, as embalagens de alimentos retortables flexíveis vêm disputando cada vez mais espaço com as tradicionais latas nas gôndolas dos supermercados.

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Com estrutura composta por cerca de 20% de folha de alumínio, as também conhecidas como retort pouch surgiram em 2010 no envase de molhos, e hoje embalam comidas prontas, food baby e vegetais.

“Diferenciais devem impulsionar substituição da lata pela indústria alimentícia”

De acordo com Karla Barrios, especialista de Marketing da Bemis, fornecedora  de embalagens para a indústria alimentícia, esse  tipo de embalagem é comum e mais utilizada no exterior, devido ao hábito de consumo de comidas prontas.

Apesar de não dispor de números, devido à utilização recente das retortables, Karla projeta tendência de crescimento no Brasil, ao destacar  as vantagens oferecidas tanto para a indústria quanto para o consumidor.

Entre elas, a executiva da Bemis destaca a logística (mais leve e de menor volume, ocupa menos espaço no transporte e armazenamento), maior facing (exposição da marca na gôndola), conveniência (leveza e de abertura mais fácil e segura, em comparação à lata).

Laminadas, finas e flexíveis, as retortables oferecem alto desempenho em barreira de umidade, luz e gases, selabilidade, flexibilidade e resistência térmica e a impacto, aumento de vida útil do alimento e excelente superfície de impressão.

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Soluções originais

Diferenciais do alumínio permitem criação de embalagens inovadoras para alimentos e bebidas

A versatilidade e as vantagens práticas da folha de alumínio permitem o desenvolvimento de novas soluções que aprimoram o desempenho, o impacto visual e a sustentabilidade das embalagens de alimentos.  O concurso Alufoil Trophy 2016 revelou inovações que confirmam as infinitas possibilidades de aplicação do alumínio.

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O prêmio da categoria de Excelência Geral ficou para a embalagem Refilly, desenvolvida pelo grupo finlandês  Huhtamaki Embalagens Flexíveis, para o café italiano Illy. Trata-se de um refil pouch cilíndrico de laminados de aluminio, produzido sob medida para encaixar facilmente na lata de 250g do café Illy. A embalagem flexível pesa menos de 20g, é fácil de abrir, mantém intactos sabor e aroma e reduz em 80% o envase nas latas.

 

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A criatividade das novas 65 ideias inscritas no prêmio pode ser exemplificada com embalagem All In One Fondu do  fondue de queijo suíço Emmi. O conceito oferece preparação fácil, rápida e limpa. Traz o creme de queijo pronto em recipiente que pode ser aquecido no forno tradicional ou micro-ondas. Depois de aquecer, basta mantê-lo quente sobre uma base de réchaud. A aplicação do alumínio em embalagem semirrígida e na tampa selante possibilitou uma solução que oferece conveniência ao consumido: preparação fácil, rápida e limpa.

 

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Entre os dez vencedores também foi destaque a embalagem pouch de alumínio desenvolvida para o shake de proteínas EZY Pro 10, fabricada pela Ampac.  A embalagem cumpre os requisitos para atender às necessidades dos atletas, que precisam aliar de complementação nutricional segura e praticidade.  A embalagem superleve e hermeticamente fechada contém apenas a proteína em pó. Basta o consumidor adicionar água, através de um bocal de 21 mm de largura, e agitar antes de beber.  Além de leveza, o alumínio preserva a consistência da proteína e mantém todas as propriedades nutricionais da bebida.

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Fácil de abrir

Tampa easy open de alumínio dispensa o uso de abridor de latas e evita corrosão em embalagens de alimentos

O abridor de latas já pode ser considerado um utensílio em extinção na cozinha do consumidor que busca conveniência na abertura de embalagens de alimentos. Isso porque a tampa easy open permite a abertura através de um anel de alumínio, um sistema simples que, além de praticidade, evita acidentes.

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Dependendo do tipo de alimento, as easy open apresentam formatos diferentes de abertura, o que facilita na hora de retirar o alimento da lata e servi-lo em outro recipiente, ou mesmo consumi-lo diretamente na embalagem.

As vantagens, segundo Fernando Wongtschowski, gerente de Marketing da Novelis, fazem com que a indústria alimentícia utilize a solucão para embalar diferentes produtos: carnes, patês, alimentos para cães e gatos, leites e queijos.

“Easy open de alumínio: praticidade, segurança e resistência à corrosão”

A easy open produzida com alumínio permite uma abertura mais suave, evitando acidentes, e tem resistência à corrosão, o que vem causando a substituição do uso do aço, materia-prima original desse tipo de embalagem, no mercado internacional.

Na América Latina, o alumínio ainda é pouco utilizado, mas nos países europeus o material é encontrado em 40% das latas de alumínio e a tendência é de crescimento, de acordo com Wongtschowski.

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Nos supermercados, o consumidor brasileiro encontra diferentes alimentos importados da Europa e dos Estados Unidos embalados em latas com easy open de alumínio, como carnes, pescados e vegetais. Nas gôndolas de pet food nacional, embalagens da linha de alimentos para gatos da marca Purina fazem a diferença nesse segmento.