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Pilão adota cápsulas de alumínio para novos sabores de café

Tecnologia de embalagens de alumínio aprimora extração do café espresso em máquinas

Depois de lançar o primeiro café monodose em cápsulas de alumínio comercializado  em supermercados , da marca L’Or , a Jacobs Douwe Egberts (JDE) Brasil disponibiliza no mercado nacional o café Pilão na mesma embalagem.

A substituição das cápsulas de plástico pelas de alumínio faz parte da estratégia da empresa. “Com essa novidade estamos promovendo uma experiência mais democrática para o consumidor. Nos preocupamos sempre em trazer uma qualidade superior e Pilão Cápsulas de Alumínio traduz esse cuidado no café para o dia a dia”, diz Débora Bertolozzi, Gerente de Marketing da JDE Brasil.

Novos produtos combinam grãos arábica e robusta

Segundo a JDE, a tecnologia aplicada nas novas cápsulas de alumínio, importadas da França, traz uma melhor forma de extração do café espresso em máquinas, mantendo a qualidade da bebida por muito mais tempo e conservando os mais delicados aromas da bebida.

A nova linha de Pilão traz um portfólio de produtos desenvolvidos com cafés que combinam grãos arábica e robusta. As cápsulas já estão disponíveis nos supermercados em cinco versões de sabores e intensidades, em embalagens de 10 e 20 unidades.

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Cápsulas são aliadas dos negócios sustentáveis

Embalagens de alumínio permitem logística reversa adotada pela Nespresso

As cápsulas de alumínio, por serem 100% recicláveis, são as principais aliadas da política de economia sustentável da Nespresso. No mundo, a marca investe anualmente cerca de 25 milhões de francos suíços em reciclagem.

Segundo a fabricante de café, o volume de embalagens recicladas cresce mensalmente no Brasil, devido a campanhas de coleta voltadas a consumidores e empresas. Em 2017, a Nespresso reciclou 13,3% do volume vendido, o índice ficou em 8,6% no ano anterior.

Por meio de logística reversa, as embalagens são levadas ao Centro de Reciclagem Barueri, em São Paulo.  Um processo mecânico, sem uso de água, separa os dois subprodutos das cápsulas: alumínio e borra de café. O alumínio é enviado para uma empresa parceira que realiza a reciclagem do metal e o café é destinado para a produção de adubo orgânico, segundo Claudia Leite, Head de Cafés e Sustentabilidade Nespresso Brasil.

Empresa investe anualmente cerca de 25 milhões de francos suíços em reciclagem

Segundo Cláudia, como as cápsulas de café Nespresso são produzidas na Suíça, é logisticamente inviável que o material coletado no Brasil seja enviado para produção de novas cápsulas. “Cada mercado em que a empresa atua é responsável por encontrar localmente o destino correto para o material”, explica.

O consumidor entrega voluntariamente as cápsulas nos pontos de coleta da Nespresso, localizados nas boutiques em diversas cidades do país ou parceiros da marca. Além disso, a empresa oferece nas cidade de São Paulo e do Rio de Janeiro serviço de entrega rápida por bicicleta, em que o ciclista pode recolher as cápsulas no momento da entrega.

Para mais de 200 clientes da linha profissional, a empresa oferece serviço de coleta dedicada ou de coleta no momento da entrega do pedido. Nesse caso, a logística é toda realizada por veículos elétricos, sem emissão de poluentes.

“A Nespresso tem o compromisso com reciclagem desde 1991, quando o processo iniciou na Suíça. No Brasil, desde a chegada da marca no país, todas as cápsulas degustadas nas boutiques ou recebidas espontaneamente do consumidor foram armazenadas no Centro de Distribuição, até o momento em que a marca conseguiu uma solução para reciclar efetivamente, o que ocorre desde 2011”, conclui Claudia.