img-ext-mat-ades-jun2018

Cartonadas assépticas são aliadas de novas bebidas vegetais

Marca AdeS opta pela embalagem longa vida para ampliar portfólio de sabores

A Coca-Cola Brasil optou pela embalagem cartonada asséptica de 1 litro para ampliar o portfólio de bebidas vegetais da marca AdeS. A proteção oferecida pela embalagem longa vida, devido à presença do alumínio, somada ao tratamento térmico e ao envase asséptico, garante a qualidade da bebida por um período mais longo, além de não incorporar oxigênio no envase, o que impede a oxidação do líquido.

Criada pela agência Geometry Global, a embalagem traz um novo visual. A principal mudança do rótulo foi dar mais destaque aos ingredientes, para que as pessoas tenham mais clareza sobre o produto. Segundo a empresa, a modernização tem o objetivo de sair de uma visão apenas de soja para uma marca com múltiplos ingredientes. “A AdeS, que sempre significou Alimento de Soja, agora passa a ser Alimento de Semente, e vamos oferecer cada vez mais opções nesse caminho,” diz Pedro Massa, diretor de Novos Negócios da Coca-Cola Brasil.

Os novos produtos de vegetais da marca são AdeS amêndoas, AdeS amêndoas com baunilha e AdeS coco.

img-ext-mat-reciclagem28maio2018

Onde descartar latinhas e embalagens longa vida?

Aplicativo para celular indica postos de coleta e cooperativas de reciclagem em todo o País

As latinhas de bebidas,  as descartáveis de alumínio e as cartonadas assépticas (longa vida) são 100% recicláveis. Mas como localizar os locais adequados para descartar essas embalagens para que realmente sejam reaproveitadas?

logo-RotaReciclagemHá 10 anos, a Tetra Pak, fabricante de caixinhas longa vida, oferece um  serviço aos consumidores que facilita a busca de  postos de coleta e cooperativas em todo o Brasil: a plataforma Rota da Reciclagem.

Este ano a Rota da Reciclagem ganhou a atendente virtual “Flora”, uma tecnologia desenvolvida para o aplicativo Messenger para celular, do Facebook, tornando a  busca ainda mais simples.

O consumidor só precisa abrir o aplicativo e procurar o Rota da Reciclagem. A partir daí a atendente virtual interage com o usuário, que deve compartilhar a sua localização e responder às perguntas formuladas, como por exemplo informar se pretende vender ou doar os seus materiais recicláveis.

Campeãs de reciclagem

No Brasil, em cerca de 30 dias, uma latinha de alumínio pode ser comprada no supermercado, utilizada, coletada, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo. Há anos o Brasil destaca-se como líder mundial.

Mas o que faz da latinha de alumínio para bebidas ser a campeã em reciclagem? Vários fatores. Entre eles estão facilidade de coleta, transporte e venda, o alto valor da sucata de alumínio e a grande disponibilidade das latas de alumínio.

Longa vida para as cartonadas

O processo de reciclagem das cartonadas assépticas, conhecidas por longa vida, não produz matéria-prima para a produção de novas embalagens, como acontece com as latinhas. Mas o material reciclado é utilizado para produzir, por exemplo, telhas e paletes de plástico reciclado.

 

img-externa-embalagem-acartonada

Consumo de bebidas em trânsito reduz formato de cartonadas assépticas

Pesquisa aponta crescimento de consumo durante deslocamentos e preferência por formatos menores

Segundo estudo da Tetra Pak, pelo menos uma vez por semana, mais de 40% dos consumidores globais estão se alimentando em trânsito, no deslocamento entre seus compromissos.

O estudo aponta ainda que leite, iogurte e bebidas energéticas são as escolhas preferidas e, para algumas pessoas, as bebidas em embalagens com 300 ml ou mais são quantidades excessivas.

Com base nesses dados, que segundo a empresa apontam que a demanda por produtos menores deve atingir 72 bilhões de litros até 2019 (10% do volume atual), a Tetra Pak lançou embalagens assépticas cartonadas de 200 ml e 250 ml.

Os novos formatos, além de tamanhos menores, oferecem ao mercado de bebidas caixinhas longa vida com tampa de rosca, indicada para o consumo em trânsito.

“Nossos clientes precisam de soluções que os ajudem a identificar oportunidades e maximizar crescimento. Trazendo mais duas novas versões à bem-sucedida linha Tetra Prisma® Aseptic, conseguimos ajudá-los a explorar esse enorme potencial do mercado on-the-go”, explica Charles Brand, Vice-Presidente Executivo de Gerenciamento de Produtos e Operações Comerciais da Tetra Pak.

img-ext-palette-tetrapak

Reciclagem transforma longa vida em paletes

Produtos fabricados com alumínio e plástico reciclados de embalagens cartonadas assépticas têm vida útil 10 vezes maior

O potencial de reciclagem das cartonadas assépticas levou a Tetra Pak a integrar mais um serviço em seu portfólio: a comercialização de paletes produzidos a partir do alumínio e do plástico reciclados de embalagens longa vida pós-consumo.

Segundo a empresa, o produto, desenvolvido em parceria com a Green Pallet, é resistente a ambientes refrigerados e úmidos e tem vida útil, em média, 10 vezes maior do que os tradicionais. Outra vantagem é que pode ser higienizado após entrar em contato com óleos, graxas e substâncias químicas.

“Uma das principais premissas da Tetra Pak nas últimas décadas tem sido o desenvolvimento de ações para fomentar a reciclagem das nossas embalagens. A produção dos paletes com materiais reciclados promove a conservação ambiental e é mais uma conquista da companhia neste sentido”, afirma Valéria Michel, diretora de Meio Ambiente da Tetra Pak.

 

img-ext-azeite-oliva

Novidade na Europa: azeite em caixinha

Embalagem cartonada asséptica mantém sabor e valor nutricional do óleo rico em antioxidantes

Depois das latas, garrafas plásticas e de vidro, os azeites começam a ser envasados em embalagens cartonadas assépticas. A novidade pode ser encontrada na Europa, onde produtores como a marca espanhola ArteOliva já oferecem ao mercado a versão em caixinha.

A embalagem, segundo a fabricante Tetra Pak, protege a conservação das propriedades do azeite, produto rico em ácidos graxos monoinsaturados e antioxidantes, principalmente vitamina E. Composição nutricional que oferece benefícios cardiovasculares e digestivos.

A alta sensibilidade à luz e ao oxigênio provoca a oxidação rápida do azeite, causando alteração no sabor e perda de vitamina E. Por isso, a importância do envase correto para evitar a deterioração do produto.

A cartonada asséptica, devido a presença do alumínio, impede o contato do azeite com a luz, proteção não garantida pelas embalagens translúcidas, como o vidro e o plástico.

img-interna-superbom

Superbom amplia portfólio com sucos em caixinha

Empresa opta pelas cartonadas assépticas para impulsionar participação no segmento de bebidas

As embalagens cartonadas assépticas são aliadas em estratégias de ampliação de mercado para fabricantes de bebidas sem conservantes. Entre eles está a Superbom, que comercializa em todo o país sucos de frutas naturais envasados em caixas longa vida.

“Embalagens dispensam conservantes,
são inquebráveis e facilitam o transporte para todo o país”

Ao justificar a opção, Cristina Ferreira, gerente industrial da Superbom, destaca que esse tipo de embalagem facilita o acesso a estabelecimentos que não podem trabalhar com embalagens quebráveis. A gerente cita o exemplo das escolas e destaca os diferenciais das cartonadas assépticas: “São modernas, práticas e atendem os mais variados pontos de vendas, devido sua versatilidade e facilidade de conservação do produto”, opina.

A linha de sucos Glug’s Superbom, segundo Cristina, não contem aditivos químicos ou conservantes. Os aromas utilizados nas formulações são naturais e não contêm corantes artificiais. A gerente explica que os sucos são focados, em especial, no público infantil, com o objetivo de oferecer uma opção de bebida saudável.

As cartonadas assépticas  garantem a conservação natural dos sucos, devido à presença do alumínio em sua composição,  e a disponibilidade em todo o país, pois dispensam sistemas de transporte e conservação diferenciados.

“Esse tipo de ambalagem ainda facilita a criação do design,  pois tem um ótimo painel frontal, mantendo uma excelente comunicação com o consumidor. Podemos explorar a embalagem como um todo, o que proporciona ótima comunicação visual nos pontos de vendas”, conclui.

A linha glug’s é comercializada em embalagens de 200ml, nos sabores Maracujá, Uva, Maca, Pêssego e Tangerina.

IMG-ext-livro-embalagem

Cartonadas em destaque

Livro aborda economia circular que gera inovações voltadas à sustentabilidade das embalagens

O Instituto de Embalagens disponibiliza mais uma publicação destinada a profissionais, estudantes e pesquisadores do setor: o livro bilingue “Embalagens papelcartão – Paperboard Packaging – Embalagem melhor, Mundo melhor – Better Packaging, Better World”.

“O livro aborda todos os temas referentes ao desenvolvimento de embalagens em papelcartão, como design, tendências, inovações, processos de impressão e fabricação, materiais, além de questões relacionadas à sustentabilidade”, explica Assunta Camilo, diretora do Instituto de Embalagens e coautora da obra.

A nova publicação, que contou com o apoio da ABAL (Associação Brasileira do Alumínio), traz o desenvolvimento de cartonadas que levam alumínio em sua composição, o que “ as tornam realmente assépticas e aumentam significativamente o shelf life dos produtos”, justifica Assunta.

Em relação à sustentabilidade das embalagens cartonadas, o livro aborda o tema da economia circular, que passou a inspirar inovações que minimizem a utilização de recursos, reduzam a geração de resíduos, estimulem o aproveitamento de materiais e maximizem os objetivos de uso.

“Obra traz capítulo específico sobre desenvolvimento das cartonadas assépticas e seus diferenciais para o shelf life dos alimentos”

As assépticas são apresentadas como um bom exemplo da busca por equilíbrio entre esses objetivos, em especial na escolha dos materiais. Se por um lado as embalagens monomateriais parecem favorecer a reciclagem, quando comparadas às multimateriais, por outro podem deixar a desejar nos aspectos de conservação e de maximização da vida útil dos produtos, principalmente alimentos.

A publicação, lançada em junho na Alemanha e em São Paulo, está disponível nos sites http://loja.institutodeembalagens.com.br/ e http://betterpackingbetterworld.com.

No início do ano, também com o apoio da ABAL, o Instituto de Embalagens lançou o livro Embalagens Flexíveis, que aborda processos de impressão e fabricação, materiais e estruturas, laminação, adesivos, matérias-primas e insumos, destacando inovações em materiais e tecnologias.

IMG-externa-kerococo

Conservante natural

Embalagens assépticas e cuidados com a saúde garantem consumo de água de coco in natura e impulsionam mercado

A água de coco ganha cada vez mais espaço no mercado nacional de bebidas. Inicialmente descartada após a utilização da fruta devido à falta de uma tecnologia de processamento e de embalagens que garantissem a preservação das características nutricionais e do sabor, a bebida, há 20 anos, é envasada em cartonadas assépticas, o que possibilita sua conservação, sem necessidade de refrigeração.

A indústria de bebidas conquistou um novo nicho de mercado com o desenvolvimento da embalagem longa vida da Tetra Pak para a água de coco. O primeiro lançamento foi da marca KeroCoco, produzida na época pela Amacoco, em 1995. Depois das embalagens de um litro, surgiram as individuais, com a vantagem de possibilitar o consumo do produto em qualquer momento e lugar. Hoje os consumidores encontram o produto em embalagens de 1 litro, 350ml e 200ml.

“A proteção conferida pela embalagem, somada ao tratamento térmico e ao envase asséptico, garante a qualidade da água de coco por um período mais longo, além de não incorporar oxigênio no envase, impedindo a oxidação do líquido”, explica Carolina Eckel, gerente de marketing de bebidas da Tetra Pak.

“Categoria de água de coco industrializada cresceu 19,8% entre 2010 e 2015″

Mercado

Apesar de o cenário econômico apontar retração em diversos setores, a categoria de água de coco industrializada cresceu 19,8% entre 2010 e 2015, segundo dados da Tetra Pak. De acordo com Carolina, há oportunidade de expansão, à medida que existe matéria-prima disponível e demanda do consumidor por praticidade e por produtos saudáveis.

O consumo nacional está estimado em cerca de 350 milhões de litros por ano, segundo levantamento  de 2014 divulgado pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). No ranking dos maiores produtores de coco do mundo, o Brasil aparece em quarto lugar, com uma safra estimada em 2,8 milhões de toneladas, ficando atrás da Indonésia, Filipinas e Índia. Considerada apenas a produção de água de coco, o Brasil é líder mundial e movimenta R$ 450 milhões com esse negócio.

Estimado em 0,32 litros/ano per capita, o consumo ainda é incipiente se comparado ao de refrigerante, que chega a 86 litros/ano. Mas o potencial de mercado é promissor, competindo inclusive com as bebidas do tipo isotônicos, entre outras com propriedades funcionais.

img-destaque-vinho-para-todos

Vinho para todos

Bebida em embalagem cartonada asséptica protege aroma e sabor, reduz custo de produção e torna produto mais acessível para os brasileiros

Com um consumo per cápita de menos de dois litros ao ano, o vinho ainda é considerado no Brasil um produto de luxo, diferente de outros países, em especial os europeus, onde a bebida faz parte do dia a dia do consumidor.  

Dados do instituto de pesquisa Mintel mostram que o vinho de mesa representa 69% do volume da bebida comercializada no mercado brasileiro. E 80% do consumo está concentrado em vinhos de até R$ 20,00.

Essa relação direta entre preço e consumo favorece a opção pelo vinho wine in box, envasado em embalagem cartonada asséptica, cuja redução de custo pode chegar a cerca de 15%, em comparação ao engarrafado. Como lembra a sommelier Marcia Anholeti, a embalagem cartonada é fácil de transportar, empilhar e o custo é mais reduzido que o vidro e a rolha. “Além do peso quase insignificante, diferente da garrafa que pode chegar ao mesmo peso do vinho”, avalia.

img-interna-vinho-para-todos

Outro benefício está na conservação do produto. O vinho, quando entra em contato com o ar e a luz, vai perdendo aroma e sabor e, consequentemente, suas características originais, em cerca de dois dias, após a abertura da garrafa. As bebidas envasadas nas cartonadas têm como aliadas a proteção do alumínio, um dos componentes dessas embalagens. E a embalagem é prática para o consumidor. Fácil de abrir e pode ser fechada novamente.

“O vinho envasado nas cartonadas têm como aliado a proteção do alumínio”

O wine in box é comum em países como Austrália, Estados Unidos, Londres, Rússia, Argentina e Chile. E, segundo Marcia, a embalagem também é utilizada para vinhos rosés e tintos franceses, indicados para consumo rápido, principalmente no verão.

No Brasil essa cultura de vinho em caixa demorou um pouco mais, e somente nos últimos anos é que começaram a surgir no mercado. Entre várias marcas, a sommelier cita as vinícolas Casa Valduga e a Perini. A vinícola chilena Concha y Toro também resolveu apostar no mercado brasileiro, sendo a primeira a trazer para o País a bebida importada, em embalagem de 1 litro de vinho tinto e branco Clos de Pirque.

As cartonadas assépticas começaram a ser utilizadas na Austrália para vinhos com preços mais baixos e venda em quantidade. Depois de caixas de 4,5 litros, equivalente a seis garrafas de 750ml, quantidade da embalagem padrão de vidro, hoje apresentam versões diferentes. “São comercializadas em tamanho individual, 200ml, até 4.500ml, seis garrafas. Tudo vai depender do desejo do produtor. No Brasil, em geral, as caixas são de 3.000ml, equivalente a quatro garrafas”, conclui a especialista.

img-destaque-vinho-em-caixinha

Prático e barato

Embalagem “longa vida” garante bebida saborosa, aromática e mais barata

Apesar de não serem muito populares nas prateleiras dos supermercados brasileiros, o vinho envasado em embalagem cartonada asséptica, o wine in box, vem ganhando adeptos em diferentes países nos últimos anos. Isso porque as caixinhas são mais práticas que a garrafas e os vinhos são mais baratos.

O wine in box é fácil de abrir e pode ser fechado e guardado na geladeira por até 30 dias, porque além da torneira de saída do vinho não permitir a entrada de ar, a embalagem conta ainda com a proteção do alumínio na sua estrutura. São detalhes fundamentais para manter o sabor e o aroma do vinho.

De acordo a sommelier Marcia Anholeti, engana-se quem resiste aos vinhos envasados em cartonadas por receio de comprar bebidas de má qualidade. Ela explica que a embalagem é indicada para vinhos simples de mesa – brancos, rosés e tintos -, que podem ser consumidos em embalagens individuais ou servidos em taças durante as refeições e festas, por exemplo.

Entre os produtores nacionais, rótulos das vinícolas Casa Valduga e Perini estão entre as opções. Bebidas importadas também podem ser compradas em supermercados e lojas especializadas de vinho, como o rótulo Clos de Pirque, da vinícola chilena Concha y Toro, que trouxe para o Brasil vinhos tinto e branco, em embalagens de 1 litro.

A embalagem começou a ser utilizada na Austrália para vinhos com preços mais baixos e venda em quantidade. Surgiram caixas de 4,5 litros, equivalente a seis garrafas de 750ml, quantidade da embalagem padrão de vidro. Hoje apresentam versões diferentes e são comuns nos Estados Unidos, Londres, Argentina e Chile. “São comercializadas em tamanho individual, de 200ml, a até 4.500ml, o equivalente a seis garrafas. No Brasil, em geral, as caixas são de 3.000ml, equivalente a quatro garrafas”, conclui a especialista.