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Novos sabores de TANG têm alumínio como aliado

Marca diminui açúcar em sucos prontos e mantém embalagem de sachê de alumínio para preservar qualidade

A principal função da embalagem para o suco em pó é isolar qualquer contato com luz, ar e umidade, garantindo sua validade e que chegue em perfeitas condições na mesa dos consumidores. Essas condições fizeram com que a marca Tang renovasse seu portfólio de sabores mantendo a tradicional embalagem de sachê de alumínio.

O suco em pó possui ingredientes sensíveis e o  empedramento pode ocorrer quando o produto entra em contato com umidade ou quando é armazenado de forma incorreta.  Uma vulnerabilidade que exige o uso de embalagens com requisitos especiais de proteção e shelf life.

“Sachê garante 12 meses de validade
para sucos em pó”

De acordo com Marcelo Paiva, diretor de Bebidas, Sobremesas e Fermentos Mondelez Brasil, caso a embalagem fosse cartonada ou de plástico, o prazo de validade seria menor, pois o produto possui ingredientes sensíveis a ar e umidade, podendo gerar diferenças de aparência e sensoriais.

“Nem todas as estruturas utilizadas nos materiais de embalagens possuem as mesmas características relacionadas à proteção do produto. O alumínio é o material que hoje possui a maior barreira de ar e umidade. O alumínio presente na embalagem certamente é responsável por garantir os 12 meses de validade do produto”, explica Paiva.

Além da nova embalagem, mais moderna e colorida, com o novo portfólio, a marca promete mais sabor da fruta com baixo teor de açúcar. Quando diluído em água, a quantidade de açúcares do refresco varia de 3,3g a 3,7g por copo de 200ml. Hoje a marca conta com 20 sabores totalmente reformulados.

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Garrafinhas integram a estratégia de marketing das empresas

 

Como edição especial ou brinde, garrafas de alumínio atraem consumidores de refrigerantes e cervejas

Leves, duráveis, bonitas e descoladas. Empresas de diversos portes descobriram o apelo das garrafas de alumínio e vêm usando o artigo para agradar os consumidores.

Os atrativos do material já foram descobertos há anos pelas grandes marcas. Em 2010, a Coca-Cola aproveitou a Copa do Mundo da África do Sul para lançar uma peça exclusiva para o Brasil. O item era decorado com arte inspirada nas “makarapas”, chapéu estilizado usado pelos sul-africanos para torcer.

O tempo passou, mas as garrafinhas de alumínio não perderam a graça. Outro momento no qual a marca adotou as garrafas de alumínio como estratégia de marketing foi no Natal. Em 2016, a fabricante de bebidas lançou garrafas decoradas com a imagem do urso polar que virou um de seus ícones.

A Skol, da fabricante de cervejas belgo-brasileira Ambev, foi ainda mais longe. Apostou no design diferenciado que as garrafas de alumínio proporcionam e criou a coleção “Skol Design”. A ideia é que as garrafinhas sejam, além de uma embalagem marcante, um produto de decoração. Assim, as garrafas de 473 ml, com diferentes estampas, servem também como vasos, porta-velas, luminárias e até relógios. São, inclusive, vendidas no site da marca em diferentes kits: “casa”, “mesa” e “quarto”.

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Outra marca da Ambev que já usou as garrafinhas de forma estratégica foi a Budweiser. Em 2013, por exemplo, uma edição limitada, com visual especial e também de 473 ml, celebrou a ascensão, no Brasil, do UFC, campeonato de MMA do qual é patrocinadora. A Copa do Mundo de 2014 também ganhou uma edição própria.

Porém, as garrafinhas de alumínio não são privilégio das grandes marcas. Empresas menores também descobriram que, personalizadas, as embalagens viram uma ótima opção de brinde.

A Servgela, de São Paulo, trabalha justamente com a personalização de garrafas de alumínio. Gerente de vendas da empresa, Anderson Viegas conta que a empresa vende em média duas mil delas ao mês. “Nosso público é composto principalmente de empresas em busca de divulgação de marcas por meio de itens personalizados. Mas também atendemos promotores de eventos como festas de formaturas, casamentos, confraternizações de fim de ano”, explica.

Para Viegas, as garrafas de alumínio têm forte apelo emocional junto ao público por serem presentes úteis e duráveis. Além disso, as propriedades do material facilitam a personalização. “As garrafas podem ser personalizadas com logomarcas, ilustrações, fotos. A vantagem é a possibilidade de gravação por impressão digital, sem limite de cores. Dessa forma, conseguimos entregar um produto de alta qualidade, durável e fiel à identidade visual das empresas.”

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Vantagens do alumínio são decisivas em conquista do Prêmio ABRE

Sachê compacto da Aptar se destaca em acondicionamento, praticidade e armazenamento de creme cicatrizante de tatuagens

O alumínio foi essencial para que uma empresa desenvolvesse uma embalagem diferenciada. A Aptar venceu, em setembro, o Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira, apresentando um produto inovador.

Um sachê compacto, flexível e portátil, o Cosm’in foi desenvolvido para acondicionar um creme cicatrizante de tatuagens e se mostrou altamente conveniente para usuários que precisam usá-lo várias vezes ao dia. Capaz de armazenar de 3 a 12ml, proporciona manuseio simples e é mais fácil de ser estocado.

As características da embalagem facilitam seu transporte, diminuindo custos e gerando um impacto positivo no ciclo de emissão de carbono do produto. O aspecto comercial também foi lembrado: a embalagem tem uma grande área de comunicação e suas dimensões beneficiam a utilização em ações promocionais, amostragem e merchandising.

“A empresa buscou criar um conceito arrojado de embalagem portátil para diversos canais de distribuição”

“O alumínio foi utilizado na composição de filme laminado para proteger as fórmulas. A escolha se deu em virtude de os filmes laminados serem os que possuem as barreiras mais altas na comparação com os demais filmes flexíveis e outras combinações. Barreiras a luz, vapor de água, aromas, foram algumas das características proporcionadas pelo alumínio, que garantiu a integridade das fórmulas. Também proporcionou uma maior vida útil à formulação”, explica Mayara Caetano, coordenadora de Desenvolvimento de Mercado de Personal Care da Aptar.

São esses atributos próprios do alumínio que tornam o Cosm’in uma embalagem capaz de proteger, com muita eficácia, cremes faciais, loções para o corpo, maquiagens, shampoos, condicionadores, protetores solares, kits de tratamento e produtos finais de consistência viscosa.

“A empresa buscou criar um conceito arrojado de embalagem portátil para diversos canais de distribuição. Um novo dispenser que fosse conveniente, versátil e flexível, perfeito para o estilo de vida do século 21, que demanda praticidade, individualização, comodidade e personalização”, diz Mayara.

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Cápsulas de café de alumínio chegam aos supermercados

Compatíveis com as máquinas de café Nespresso, monodoses da marca francesa L’OR oferecem os benefícios do alumínio para garantir qualidade premium

O crescimento do café em cápsulas tem impulsionado o desembarque que novas marcas internacionais no mercado brasileiro. Entre os últimos lançamentos está o da JDE, líder no segmento de cápsulas compatíveis a máquinas de café Nespresso, que este ano passa a ser a primeira produtora a trazer cápsulas de alumínio para as gôndolas de supermercados, através da sua marca L’OR.

“A nova cápsula de alumínio L’OR Espresso proporciona mais aroma, intensidade e uma espuma mais rica”, garante Lara Brans, presidente da JDE Brasil. Segundo dados divulgados pela Nespresso, estudo publicado por Chahan Yeretzian, da Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique, na Suíça, concluiu que as cápsulas de alumínio são as melhores para preservar o frescor e o aroma do café durante o prazo de validade de um ano.

Detentora das marcas Pilão, Pelé Graníssimo e L’OR, a empresa aposta no aumento de consumo da bebida premium pelos apreciadores de café espresso. De acordo com as expectativas da ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café), o segmento de monodose tende a triplicar nos próximos quatro anos. “A estimativa para 2019 é de que as vendas de cápsulas movimentem algo em torno de R$ 2,96 bilhões”, informa Brans.

“Mercado brasileiro de cápsulas deve movimentar cerca de R$ 2,96 bilhões em 2019”

Outro levantamento que confirma o crescimento de consumo das monodoses é o “Coffee Global Anual Review”, realizado em janeiro de 2017 pela Mintel, agência global de Inteligência de Mercado. A pesquisa mostra que o público jovem prefere bebidas personalizadas. Na parte da manhã os jovens buscam um café “de alta energia” e, à tarde, uma opção da bebida com menos cafeína. E 71% dos brasileiros querem mais opções de cafés premium e de alta qualidade.

“As cápsulas de L’OR Espresso são produzidas com grãos cuidadosamente selecionados e 100% certificados pelo programa UTZ Certified, que confere a garantia da sustentabilidade em toda cadeia produtiva. A produção está centralizada na França, na fábrica localizada na cidade de Andrezieux Boutheon, em Loire, seguindo o mais alto padrão de qualidade para oferecer um café premium”, conclui a presidente da JDE Brasil.

Importadas da França, as cápsulas de alumínio L’OR podem ser encontradas nos supermercados em embalagens de papel cartão de 10 unidades cada, sendo uma delas disponível também em embalagem de 20 unidades.

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Lata de alumínio acompanha evolução da cerveja artesanal

Novos rótulos em latinhas dividem gôndolas dos supermercados com as tradicionais garrafas de vidro

De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em 2016, o número de cervejarias artesanais cresceu 39,6%. Hoje a produção da categoria é estimada em 124 milhões de litros por ano. E a expectativa é que esse percentual aumente para 9% até 2022.

Esse cenário de expansão vem incrementando o uso da lata de alumínio para bebidas, em substituição às tradicionais garrafas de vidro originalmente adotadas pela produção artesanal. Ao lançarem novos rótulos, os fabricantes estão optando pela latinha, como é o caso da Cervejaria Pratinha, com sede em Ribeirão Preto (SP). A empresa acaba de lançar cervejas artesanais em latas de 473 ml. Os dois primeiros rótulos são a Pratipa e a Darkmoon.

“Participação da bebida artesanal no mercado cervejeiro pode dobrar em cinco anos”

Em dezembro de 2015, a cervejaria Dádiva, localizada em Várzea Paulista (SP), lançou seu primeiro rótulo, Venice Beach de 350 ml, com a nova embalagem. Em fevereiro de 2016, foi a vez da marca de cervejas artesanais Dona Mathilde Beer, de Itatiba (SP), lançar a German Premium Lager, cerveja gourmet,  em lata de 350ml.

Desde o início de 2017, as garrafas de vidro das cervejas artesanais Birits, Cacildis, Ditriguis e Forévis tiveram que abrir espaço nas gôndolas dos supermercados para as novas embalagens de alumínio de 350ml, que trazem o estilo descontraído da cervejaria Ampolis, inaugurada no Rio de Janeiro em 2013 em homenagem ao músico e humorista Mussum, o brasileiro Antônio Carlos Bernardes Gomes.

Em junho, foi a vez das cervejas catarinenses Schornstein Imperial IPA Schornstein Soul começarem a ser comercializadas em latinhas de 473 ml e 350ml.

Esses são alguns lançamentos que demonstram o crescimento do uso da lata de alumínio no segmento das cervejas artesanais, que promete dobrar sua participação no mercado nacional nos próximos anos. “Hoje, o Brasil é o terceiro mercado de cerveja no mundo. O segmento artesanal representa 1,5%. Mas a estimativa é que chegue a 3% em cinco anos. A mesma coisa vale para as cervejarias. O crescimento está muito acelerado. Hoje, nós temos 400 lojas de cervejarias no país, e a expectativa é que em cinco anos esse número dobre, chegando a 800 unidades”, afirma o diretor do Mestre-Cervejeiro.com, Daniel Wolff.

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Embalagem de alumínio garante aroma e sabor do café

Sacos de alumínio e embalagem a vácuo preservam a qualidade do café por até um ano

A ausência de ar nas embalagens de alimentos, possibilitada pela tecnologia de envase a vácuo, impede a deterioração e aumenta o prazo de validade dos produtos. No caso do café, o processo tem como aliado o alumínio, elemento essencial para a conservação de aroma e sabor por até um ano.

Desde 1970, a indústria nacional utiliza o processo a vácuo para embalar o café, fornecido em saco laminado com 15% de alumínio,  acondicionado em caixas de papel cartão. A Melita foi a primeira marca a chegar nos supermercados.

“A boa embalagem é fundamental para preservar os aromas do café por mais tempo. Isso é essencial para a qualidade. O alumínio tem elevada resistência e impede a penetração de oxigênio, o que preserva o café, além de ser adequado para dar a forma ao pacote (tijolo)”, explica Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café.

“40% das embalagens de café no País são a vácuo”

De acordo com Herszkowicz, o maior consumo de café no Brasil ainda é o de embalagem de almofada, por ser mais barata e porque os consumidores conseguem sentir o aroma quando apertam a embalagem.

Hoje 40% dos produtos disponíveis nos supermercados são embalados a vácuo, mas a tendência é de aumento do consumo. “O processo a vácuo conserva melhor o café, o que determina o crescimento da preferência entre os consumidores”, conclui o diretor da ABIC.

 

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Painel Interpack debate inovações em embalagens

Instituto de Embalagens traz novidades e tendências internacionais ao mercado brasileiro

No dia 13 de junho, o Painel Interpack, promovido pelo Instituto de Embalagens, traz  para o Brasil inovações e tendências em embalagens apresentadas durante a edição 2017 do maior evento  do segmento realizado na Alemanha, em maio.

Profissionais e executivos do setor que participaram da feira internacional vão trazer a sua visão sobre as novas oportunidades de desenvolvimento de embalagens.

De acordo com Assunta Napolitano Camilo, diretora do Instituto de Embalagens, o mercado competitivo impõe  constante evolução para possibilitar às empresas anteciparem-se às necessidades dos consumidores.

Ao destacar a importância da embalagem para a disputa nos espaços dos pontos de venda, a diretora lembra que “as inovações criam novas oportunidades e ciclos de crescimento para as empresas convertedoras e usuários de embalagens”.

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Durante o Painel Interpack, ainda haverá o lançamento do livro Embalagens Alumínio. Segundo Assunta, o obra trilingue (português, inglês e espanhol) reúne informações, até o momento dispersas, organizadas por uma equipe multidisciplinar de especialistas.

“Parte dos profissionais sabia das propriedades dos materiais, outros dos processos, alguns sobre projetos, além dos que sabiam sobre máquinas. E o apoio do Comitê Técnico do Mercado de Embalagens da ABAL foi importante para superar este desafio”, ressalta a diretora do Instituto de Embalagens.

 

Painel Interpack
13 de junho, das 8h30 às 16h.
Auditório do Conselho Regional de Química (CRQ)
Rua Oscar Freire, 2039, Pinheiros, São Paulo.

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Novidade na Europa: azeite em caixinha

Embalagem cartonada asséptica mantém sabor e valor nutricional do óleo rico em antioxidantes

Depois das latas, garrafas plásticas e de vidro, os azeites começam a ser envasados em embalagens cartonadas assépticas. A novidade pode ser encontrada na Europa, onde produtores como a marca espanhola ArteOliva já oferecem ao mercado a versão em caixinha.

A embalagem, segundo a fabricante Tetra Pak, protege a conservação das propriedades do azeite, produto rico em ácidos graxos monoinsaturados e antioxidantes, principalmente vitamina E. Composição nutricional que oferece benefícios cardiovasculares e digestivos.

A alta sensibilidade à luz e ao oxigênio provoca a oxidação rápida do azeite, causando alteração no sabor e perda de vitamina E. Por isso, a importância do envase correto para evitar a deterioração do produto.

A cartonada asséptica, devido a presença do alumínio, impede o contato do azeite com a luz, proteção não garantida pelas embalagens translúcidas, como o vidro e o plástico.

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Cápsulas de alumínio mantêm aroma e sabor do café

Estudo aponta o alumínio como a melhor solução para proteger a qualidade das doses individuais de café e garantir logística reversa

Um estudo recente publicado por Chahan Yeretzian, da Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique, na Suíça, comparou quatro materiais diferentes e concluiu que as cápsulas de alumínio são as melhores para preservar o frescor e o aroma do café durante o prazo de validade de um ano. Os dados foram divulgados pela Nespresso, que utiliza o alumínio para proteger a qualidade e o frescor dos Grands Crus.

“Nossas cápsulas de alumínio, hermeticamente fechadas, fornecem a melhor proteção contra fatores como oxigênio, luz e umidade. Outro fator é que o alumínio tem uma função essencial nos cafés Nespresso. As cápsulas são desenvolvidas para interagir com a máquina e proporcionar a alta pressão equivalente àquela das máquinas espresso profissionais”, explica Christiane Nunes, gerente de Relações Públicas da Nespresso Brasil.

Como um dos maiores produtores e consumidores de café mundiais, o Brasil é considerado um mercado estratégico para o setor. De acordo com Pedro Feliu, diretor Nescafé Dolce Gusto, os brasileiros consomem cerca de 225 mil xícaras da bebida por minuto e 3% das vendas de café são em cápsulas . Em 2015, foram consumidas 520 milhões de cápsulas, segundo Feliu.

“Em 2015, o Brasil consumiu 520 milhões de cápsulas de café

Além das vantagens do alumínio, a cápsula atende às necessidades do consumidor contemporâneo, que busca a conveniência das embalagens de monodoses e variedades de tipos de cafés, segundo Feliu. Apenas a marca Nespresso disponibiliza aos brasileiros 24 opções. “Em nossas boutiques incentivamos os clientes a descobrirem novas opções de café desde os suaves, até os equilibrados, intensos, superintensos e aromatizados, além das edições limitadas lançadas anualmente”, conta Christiane.

Outro diferencial da cápsula de alumínio está relacionado a produção e ao consumo sustentável, pois auxilia os fabricantes a manter ações de logística reversa devido ao alumínio ser 100% reciclável. O sistema implantado pela Nespresso permitiu que no final de 2014 a marca atingisse a capacidade de mais de 80% de coleta de cápsulas. E até 2020, pretende alcançar 100%, segundo a gerente.

A Nespresso conta com 28 pontos de coleta de cápsulas no Brasil. Nas cidades onde não há pontos de coleta, a Nespresso orienta que as cápsulas sejam encaminhadas aos Postos de Entrega Voluntária (PEV), onde o material é recolhido para reciclagem.

A relação entre um café bem tirado e o alumínio é bem antiga. Quer saber há quanto tempo essa parceria existe? Leia esse artigo: A história do alumínio e do café.

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Chocolate em lata de alumínio para bebidas?

A novidade é da belga Ovidias que optou pelos diferenciais da embalagem para distribuir seus chocolates premium para o mundo

Depois de conquistar 100% dos fabricantes e consumidores de cervejas, energéticos e a maioria dos produtores de refrigerantes e sucos de frutas, a lata de alumínio para bebidas começa a inovar o mercado de alimentos. A belga Ovidias surge como a primeira marca de chocolates a embalar seus produtos nas populares latinhas.

A lata, de 330 ml, contém diferentes sabores e formatos de bombons embalados individualmente e a tampa easy open permite a proteção da qualidade do produto e facilita a abertura. E o formato ainda favorece a impressão de rótulos em toda a extensão da embalagem.

Segundo a empresa, a lata para bebidas é perfeita para chocolates premium, porque conserva o sabor e mantém a textura cremosa do chocolate, garante uma vida mais longa ao produto, oferece proteção contra oxidação, causada pela exposição à luz e a gases, e ainda facilita o transporte e o armazenamento. Características fundamentais para os chocolates em lata da Ovidias que são comercializados mundialmente via internet.

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De acordo com Marco Turcatto, gerente de Marketing da Ovidias, a inovação surgiu a partir de uma sugestão do fundador da marca. Ao observar as bebidas disponibilizadas em um frigobar de um hotel, se questionou sobre a viabilidade de a lata de alumínio ser usada para embalar chocolates. “Depois de cuidadosa investigação, entramos em contato com a Ball (empresa norte-americana de embalagens) e conseguimos desenvolver um produto verdadeiramente único”, explica.

Os “chocolates em lata” estão disponíveis para compra no endereço eletrônico https://www.ovidias.com/en-gb/