Embalagem com alumínio inova a troca de óleo automotivo

Tecnologia potencializa a vedação do recipiente, evita vazamentos e dispensa a utilização de funil

A troca de óleo deve ficar ainda mais fácil e limpa. Esta é a aposta das embalagens de fácil evasão desenvolvidas pela Aptar para a linha de óleos automotivos da Valvoline, a Easy Pour de cinco litros. A nova embalagem promete evitar vazamentos e tornar a efusão do lubrificante, durante a troca, mais rápida, limpa e fácil, simplificando a experiência do consumidor final.

O recipiente é composto por um bico de descarga de baixo perfil, com recurso de retorno de drenagem embutido, além de aperto fácil e ressecável. A vedação é conquistada a partir da tecnologia BAP® (Bonded Aluminium to Plastic), “que utiliza forro de alumínio para selar permanentemente o fechamento dos recipientes, contribuindo para a vedação, a segurança no transporte, o antivazamento e a inviolabilidade do produto”, explica Mirelle Orpinelli, gerente regional de desenvolvimento de mercado da Aptar.

Forro de alumínio sela o fechamento da embalagem, contribuindo para a segurança no transporte
e inviolabilidade do produto

A tecnologia também dispensa o uso do funil. “O bico dispensador utiliza o recurso antigotejamento patenteado da Aptar, que, quando acoplado ao recurso antiglúten da embalagem, permite um despejo fácil e limpo sem o uso de um funil”, completa Orpinelli.

A criação das embalagens também levou em consideração a opinião dos consumidores, que compartilharam as próprias experiências na utilização de lubrificantes automotivos durante todo o processo de desenvolvimento das soluções.

Páscoa intensifica uso de laminadas em novas versões de chocolates

Garoto aposta em novo design e na eficiência do alumínio para garantir a qualidade dos chocolates

As embalagens laminadas são adotadas pela indústria do chocolate devido ao potencial estético e de conservação do produto oferecido pelo alumínio. “Normalmente é utilizado o alumínio em embalagens flexíveis de chocolate devido a sua composição, pois ele protege o chocolate da ação da luz e da umidade, fornecendo uma barreira de proteção. Além disso, ele também tem um apelo estético que atrai os consumidores “, explica Guilherme Ruon, Analista Técnico Comercial da Graffo Embalagens, empresa especializada em embalagens flexíveis que atende clientes como Garoto, Cacau Show, Mondelēz, entre outras marcas.

A solução amplia o desenvolvimento de inovações em embalagens, em especial na Páscoa. Época, tradicionalmente, mais importante do calendário anual da indústria do chocolate, movimentando as vendas no varejo, em lojas especializadas e gerando milhares de empregos temporários. Em 2017, foram produzidas quase 9 mil toneladas de chocolate, o equivalente a 36 milhões de ovos, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB).

“Nos últimos anos vimos um comportamento atípico do setor que, concomitante com uma forte crise econômica, obrigou as empresas a reverem suas estratégias e se adequarem ao novo cenário. Estamos otimistas que os números deste ano comprovarão o amadurecimento da indústria e sua capacidade de organização em uma economia mais estável”, afirma Ubiracy Fonseca, presidente da ABICAB.

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Para a Páscoa 2018, a Garoto apostou na inovação das embalagens combinada aos sabores já consolidados da marca. A linha Baton, por exemplo, ganhou novos produtos inspirados pela data. A Toca do Coelho Baton vem em uma embalagem especial, com um coelho de chocolate ao leite junto a mini ovos, oferecendo diversas possibilidades para brincar. Além dela, também chegou ao mercado a Vaquinha Baton, o Coelho Baton e a Leiteira Baton, que conta com 16 mini ovos de chocolate ao leite embalados em alumínio.

Os tradicionais ovos também estão disponíveis em versões inspiradas em bombons, chocolates e bolachas da marca. Serenata de Amor, Crocante, Garoto, Talento, Batom e a bolacha Negresco também foram adaptadas ao formato de ovo de Páscoa. Outros itens que compõem o portfólio da marca são os chocolates licenciados da Minnie Mouse e Avengers (Vingadores), que traz quatro opções de mini luminárias colecionáveis dos heróis da Marvel.

Alumínio evita contaminação e violação de medicamentos

Blisters preservam princípio ativo dos remédios durante o transporte, armazenamento e consumo

Antes de chegar às prateleiras das farmácias, os medicamentos têm um longo processo de pesquisa, regulação e produção. Parte importante dessa cadeia são as embalagens, que têm como objetivo preservar as características químicas e físicas do remédio durante o transporte, armazenamento e consumo, reforçando a segurança do consumidor.

Para isso, as embalagens de fármacos devem seguir uma série de exigências e determinações das industrias de origem e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os invólucros, por exemplo, são divididos em embalagens primárias, que mantêm contato direto com o medicamento (blister, ampola etc.), e embalagens secundárias, aquelas que envolvem a embalagem primária (caixa de papelão).

O blister de folha de alumínio é um dos principais tipos de embalagens primárias disponíveis para medicamentos e os motivos são variados. Além de o alumínio proteger os fármacos do contato com o oxigênio, calor e umidade, ele reduz os riscos de violação e contaminação, proporcionando também mais segurança, já que permite a impressão com os dados do lote ou data de validade do remédio.

Embalagens de medicamentos seguem exigências e determinações das indústrias de origem e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

Joao Bosco Zanin é químico Industrial de formação e proprietário da BlisterPack, empresa especializada em blisters de alumínio para a indústria farmacêutica. Há 17 no mercado, a empresa atende clientes como Pfizer e Eurofarma, e em seu carro chefe está a produção de blisters de alumínio que chegam a 15 toneladas por mês, 180 toneladas por ano.

Zanin explica que as folhas de alumínio de 21 micras de espessura são as mais utilizadas na produção de blisters no país. “A indústria envia as informações técnicas referentes aquele tipo de cartela que será produzida. O mais comum no Brasil são as cartelas a partir das folhas de alumínio de 21 micras de espessura. Depois de produzida, ela é entregue em bobina para o cliente”, finaliza. Na indústria, as cartelas são finalizadas e recebem o medicamento e os demais componentes necessários, como a bula e caixa secundária do produto.

Diet Coke ganha latinhas de alumínio coloridas nos EUA

Coca-Cola lança quatro sabores da bebida e opta por embalagens de alumínio diferenciadas pelas cores

Depois de utilizar as vantagens da latinha de alumínio para lançar no Brasil a água gaseificada com aromas naturais Crystal,  agora a Coca-Cola inova, além do sabor, a embalagem da Diet Coke, desta vez, nos EUA.

Com o relançamento, a Diet Coke ganhou embalagens modernas e coloridas em latas de alumínio de 310ml, desenvolvidas pela agência britânica Kenyon Weston.

Além do tradicional, a linha é composta por quatro novos sabores: Ginger Lime (limão), Feisty Cherry (cereja), Zesty Blood Orange (laranja) e Twisted Mango (manga).