Reciclagem transforma longa vida em paletes

Produtos fabricados com alumínio e plástico reciclados de embalagens cartonadas assépticas têm vida útil 10 vezes maior

O potencial de reciclagem das cartonadas assépticas levou a Tetra Pak a integrar mais um serviço em seu portfólio: a comercialização de paletes produzidos a partir do alumínio e do plástico reciclados de embalagens longa vida pós-consumo.

Segundo a empresa, o produto, desenvolvido em parceria com a Green Pallet, é resistente a ambientes refrigerados e úmidos e tem vida útil, em média, 10 vezes maior do que os tradicionais. Outra vantagem é que pode ser higienizado após entrar em contato com óleos, graxas e substâncias químicas.

“Uma das principais premissas da Tetra Pak nas últimas décadas tem sido o desenvolvimento de ações para fomentar a reciclagem das nossas embalagens. A produção dos paletes com materiais reciclados promove a conservação ambiental e é mais uma conquista da companhia neste sentido”, afirma Valéria Michel, diretora de Meio Ambiente da Tetra Pak.

 

Lata Pitú em ritmo de Rock

Cachaçaria lança embalagem de alumínio com layout oficial do Abril pro Rock 2017 que acontece no Nordeste

A cachaça Pitú vai marcar presença no Abril pro Rock 2017, levando ao evento a bebida em uma lata de alumínio especial. A embalagem tem design personalizado e utiliza a ilustração oficial do evento que acontece nos próximos dias 28 e 29, no Classic Hall, em Olinda (PE).

A cachaçaria produziu três milhões de unidades da embalagem de 350 mililitros. O layout da lata especial foi adaptado pela agência Extra Comunicação.

Segundo a empresa, a latinha do Abril pro Rock é bastante esperada pelos colecionadores de produtos da marca, que todos os anos lança embalagens personalizadas para o festival e também para datas comemorativas como Carnaval, São João e Réveillon.

“Latões” de chopp de vinho trazem praticidade ao consumidor

 

Latas de alumínio de 710ml favorecem consumo da bebida durante encontros com amigos e festas

No mercado internacional, o envase de vinhos em latas  já é uma realidade. Nos Estados Unidos e na Europa, as vinícolas apostam na popularização da bebida entre os jovens.

A novidade ainda não chegou ao Brasil, mas o formato acima de 700ml, “latões” utilizados para diferentes marcas de cerveja, já é a embalagem mais encontrada entre as bebidas que levam o vinho em sua composição.

Esse é o caso da Germania Vinhedo 58, lançada em 2016 na versão de 710 ml, que combina uva e cevada maltada, favorecendo o consumo da bebida em encontros de amigos e festas. Outras marcas de chopp de vinho também estão disponíveis em empórios e supermercados, como Grape Cool e Draft Wine, no formato de 350ml.

Jornalistas conhecem produção de embalagens flexíveis

Grupo acompanha desde a produção da folha de alumínio à laminação das várias camadas que compõem as embalagens

Em mais uma press trip organizada pela ABAL, no último dia 8 de março, um grupo de jornalistas puderam conhecer todo o processo de produção das embalagens flexíveis que levam alumínio na sua composição. O roteiro contemplou a laminação da folha de alumínio, na fábrica da Companhia Brasileira de Alumínio – CBA, e a produção de laminados para embalagens, na Embalagens Flexíveis Diadema, uma das maiores empresas desse segmento.

Bobinas Press Trip

A visita na CBA teve o acompanhamento do engenheiro Luiz Henrique Ranchin e iniciou-se pelo Caster – unidade formada por 12 linhas de laminação de chapas de alumínio (com 1.200 mm e 2.000 mm).Cada bobina de chapa, que pode ter em média de 8 a 14 toneladas, segue para o setor Laminação 2000 – que leva esse nome em função das bobinas terem 2 metros de largura, um diferencial no mercado brasileiro.

Nessa fase, a chapa de Alumínio para por um processo de reduçao de espessura, podendo receber até 10 passagens nos laminadores para atingir a espessura desejada da folha de aluminio. “O processo todo leva de 30 a 45 dias até a entrega no cliente final”, explicou Ranchin.

Em uma etapa adicional – denonimada Polytype – as folhas de alumínio destinadas à fabricação de blisters estrips farmacêuticos recebem um verniz de selagem (blister) ou um primer mais uma laminação com polietileno (strips), entregando uma material pronto que requer apenas a impressão de texto;imagem no cliente final.

Ainda na CBA, os jornalistas ouviram o diretor de transformados, Fernando Varella, ressaltar a contínua busca da empresa em oferecer soluções para seus parceiros do segmento de embalagens, um dos mercados estratégicos da companhia. “O mercado de embalagens está em acelerada transformação, pois nossos clientes sempre buscam inovações. Para isso, procuramos desenvolver em conjunto as especificidades dos produtos e atender às diferentes necessidades” disse.

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A segunda parte da visita levou os jornalistas da cidade de Alumínio, interior de São Paulo onde está instalada a planta da CBA, à Diadema na região industrial do ABC paulista. A escolha da Embalagens Flexíveis Diadema foi proposital. Segundo seu diretor comercial Antônio Adão Parra, cerca de 80% dos laminados flexíveis produzidos pela empresa contém folha de alumínio na sua composição.

“A utilização da folha de alumínio em  embalagens flexíveis é o que proporciona a melhor barreira contra luz, gases e umidade, preservando o produto embalado sem a necessidade de adicionar conservantes”, explica o executivo. A Diadema é líder no segmento de embalagens de café e sucos em pó e ocupa a vice-liderança no mercado de fármacos.

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Os jornalistas visitaram as áreas de desenvolvimento e gravação das imagens em cilindros de cobre – que recebem uma camada de cromo –  que, posteriormente, são utilizados para imprimir as embalagens pelos processos de flexografia (alto relevo) e rotogravura (baixo relevo). O grupo conheceu a estação de rotogravura que tem capacidade para imprimir até dez cores e laminar até cinco camadas de substratos, entre eles, a folha de alumínio.

Adão Parra destacou a importância das embalagens nos pontos de venda, onde a grande maioria dos produtos expostos não conta com outro apoio de marketing para venda. “A embalagem assume assim um importante papel no momento de decisão de compra; elas assumem a função de conquistar a atenção do cliente e entregar a ele os benefícios e valores das marcas”, comentou o diretor comercial.

De acordo com o executivo, há um avanço das embalagens flexíveis, como as do tipo stand up pouch, em substituição a outros formatos e materiais para embalagens. “A tendência é que as flexíveis continuem crescendo e que o alumínio nesse processo não seja coadjuvante, mas personagem principal” ressalta.

Danoninho em stand-up pouch pode ficar 5 horas fora da geladeira

Segurança e praticidade atendem necessidades de mobilidade dos consumidores mirins

Após dois anos de pesquisa, a Danone lançou o “Danoninho para Levar”. Em embalagem stand-up pouch, produzida pela Embalagens Flexíveis Diadema, o produto pode ficar até cinco horas fora da geladeira. Isso porque contém alumínio que garante proteção contra os efeitos do oxigênio e da luz.

Ao comentar a inovação, Antônio Adão S. Parra, diretor comercial e de suprimentos da Diadema, destacou a importância do desenvolvimento de novas soluções de embalagens. Para o diretor, “elas assumem a função de conquistar a atenção do consumidor e entregar a ele os benefícios e os valores das marcas”.

“Novo Danoninho pode ser levado para a escola e dispensa colher para ser consumido”

 

Além de dispensar refrigeração por longo período, o stand-up pouch é fácil de abrir e não requer colher, basta apertar para verter o conteúdo. “O formato de sache e a durabilidade de cinco horas fora da geladeira permitem que a criança leve para a escola e consiga comer sozinha. Momentos como esse são importantes para o desenvolvimento da autonomia infantil”, explica Andrea Gaeta, diretora de Danoninho no Brasil.

Impressão de blister destaca medicamentos OTC nas gôndolas

Tecnologia permite o uso de até 10 cores na produção da embalagem de alumínio impressa nas duas faces

Os medicamentos que exigem embalagens que garantam conservação dos princípios ativos são protegidos pelo blister de folha de alumínio, que ainda pode trazer impressões diversificadas com o uso da tecnologia coldform impresso.

“Com a impressão, os laboratórios que possuem medicamentos OTC (Over the Counter) podem expor seus produtos de forma diferenciada nas gôndolas”, explica Marcus Correa, gerente de Marketing & Pricing da Bemis. pioneira na aplicação da tecnologia no mercado brasileiro.

Segundo Correa, com o uso de impressora de rotogravura, o blister pode ser impresso em até 10 cores, o que oferece flexibilidade para a criação de diferentes embalagens. Como exemplo, o gerente cita o adotado pelo medicamento para enxaqueca da marca Doril, da Hypermarcas.

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O medicamento é o primeiro a utilizar a tecnologia no Brasil, que possibilita usar as duas faces do blister para a comunicação com o consumidor, incluindo a bolha formada para acomodar o produto, oferecendo mais visibilidade aos disponibilizados sem receita médica.

“Cada princípio ativo dos medicamentos possui interação diferenciada com a embalagem e o ambiente, porém pode-se assegurar que o codlform é a que propicia a melhor barreira. Além dos OTC, normalmente os medicamentos indicados para tratamento neurológicos, cardíacos e diabetes utilizam a essa solução”, afirma Correa.

O gerente ainda ressalta mais um benefício do codlform: “Na produção e impressão a estrutura possibilita melhor estabilidade durante o processo de conversão. Ou seja, a estrutura garante níveis de performances que não impactam em maiores perdas ou dificuldade de utilização durante o envase”.